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A fantástica vida das redes sociais


Apenas sorrisos, momentos bons, elogios, amigos, compras, sucesso profissional, conquistas... Um mundo perfeito criado para ser mostrado a outros perfis que também expõem a vida feliz e bem sucedida de outros usuários Essa é a fantástica e falsa vida das redes sociais que tem feito uma sociedade inteira correr por uma rotina impossível de ser alcançada, em que a felicidade é vivida 24 horas por dia. 

Uma tela que propaga ilusões. Parece algo mágico, mas é só o acesso e o consumo excessivo dos conteúdos gerados no Instagram, no Facebook e no YouTube. Recentemente, o principal visionário das redes sociais, Mark Zuckerberg, reconheceu que a disputa pelos likes têm prejudicado a saúde mental dos intagramers e o aplicativo passou a ocultar o número de curtidas de todas as publicações. O resultado foi a prova de que só se publica e curte conteúdos em busca de aprovação: os likes diminuíram e as publicações também. 

Ninguém gosta de ser rejeitado e pouco curtido. Ter uma pequena lista de amigos ou pouco seguidores em qualquer rede social passou a ser um termômetro de autoaceitação na geração conectada. Com isso, aumentou a "baixa-estima", o número de depressão e, acreditem os casos de suicídios.

Pode parecer bobeira e você pode até pensar que não faz parte das estatísticas, mas a rede social é alimentada pelo interesse de se ver o belo e de se expor felicidade. É claro que os aplicativos vieram para ficar, que o número de usuários será cada vez maior, mas é importante saber avaliar o que se está consumindo e também ter consciência do que se está compartilhando. As redes sociais são ótimas mas é necessário cuidado. #FicaADica.

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