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19 Maio 2019 14:03:00
Autor: Vivien Aucar - Especialista em investimentos

Aprender a investir é essencial para a tranquilidade financeira


Vivien Aucar  (Foto: Divulgação)

O ano de 2019 tem se mostrado bastante desafiador para alocação de recursos. Por um lado, o ambiente internacional passa a contribuir menos com o fim de uma década de injeção de liquidez pelos bancos centrais de países desenvolvidos. Já no Brasil, vivemos uma conjuntura favorável após um longo período de recessão. Porém, é extremamente importante aprovarmos com urgência as reformas necessárias para garantir estabilidade fiscal. Apenas assim o país poderá reconquistar a credibilidade e voltar a receber aportes dos investidores estrangeiros, que sacaram mais de R$ 11 bilhões da bolsa brasileira em 2018.

De acordo com levantamento da consultoria global EPFR, estrategistas do mercado estimam uma entrada potencial de R$ 251 bilhões em ações brasileiras se as alocações dos fundos globais e daqueles voltados para mercados emergentes globais voltassem ao patamar de outubro de 2014.

Diante desse cenário o ponto chave para obter bons retornos sem deixar de se proteger dos riscos é a diversificação da carteira. Os fundos multimercados apresentam grande potencial de retorno com certa proteção. Já os fundos imobiliários são opções para capturar a melhora do ambiente interno. Após anos de queda, o mercado de imóveis vem se recuperando e a demanda tende a subir.

Investir na bolsa também deve ser considerado com o atual cenário de recuperação econômica e a esperança de reformas. Há boas oportunidades na bolsa e em alguns setores, principalmente os ligados a crescimento doméstico, pois, as empresas tiveram que reduzir o endividamento e se tornar mais eficientes para passar pelos anos de crise e se favoreceram agora dos juros mais baixos. Por fim, a previdência privada é uma estratégia interessante para o horizonte de longo prazo, principalmente se considerarmos as vantagens fiscais. Aprender a investir é essencial para a tranquilidade financeira.



12 Maio 2019 08:30:00
Autor: Carlos Chiodini - deputado federal


(Foto: Vitor Jubini/Gazeta Online)


Assunto pertinente e sempre em voga no nosso país, o acesso ao saneamento básico e à água tem sido amplamente discutido em diversas frentes para que os acordos e planos de ação saiam do papel e se transformem em realidade. Como integrante da Comissão Mista da Medida Provisória 868/2018, que busca regulamentar o saneamento e as águas pertencentes à nação brasileira, tenho acompanhado de perto sua tramitação no Congresso Nacional.

Hoje, a regulamentação é exclusivamente de competência dos municípios brasileiros, também sob responsabilidade do governo federal por meio da Agência Nacional das Águas (ANA). Com a nova medida, os contratos de saneamento passariam a ser estabelecidos por licitações, facilitando a criação de parcerias público-privadas. Aproximando à nossa realidade, uma significativa alternativa seria buscarmos aporte de recursos financeiros visando essa universalização, com fundos estruturados em bancos de fomento estaduais e regionais.

Trago essa preocupação que é imprescindível para o avanço das políticas públicas no Brasil. Países vizinhos como o Chile tem 99% de serviço de esgoto e nós, com 209 milhões de habitantes, mais da metade da população não tem acesso à coleta de esgoto, e 35 milhões de pessoas não recebem água tratada em suas casas. Os benefícios que o saneamento traz para a saúde pública e suas derivações são infinitos e necessários para as futuras gerações, como todos já sabem. É preciso agir.

Em que pese, mesmo que Santa Catarina seja um dos melhores estados brasileiros em vários índices de desenvolvimento humano, ainda está aquém na questão do saneamento. Apenas 21% dos efluentes gerados são coletados. É um baixo índice que precisa, urgentemente, alcançar outro patamar. A média brasileira de investimentos por habitante, entre 2004 e 2016, ficou em R$ 200, enquanto o necessário para alcançarmos a universalização do acesso a todos seja em torno de R$ 1.000.

Um dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), "Assegurar a disponibilidade e gestão sustentável da água e saneamentos para todas e todos," é fruto de um acordo global das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável do planeta. É missão, portanto, dos governos, sociedade civil e parceiros alcançar o acesso universal e equitativo ao saneamento, à higiene e à água potável para todos. É nesse desafio que devemos unir esforços. Esta importantíssima agenda com meta para 2030 é um plano de ação que merece total atenção de nós, cidadãos!


Carlos Chiodini



05 Maio 2019 07:00:00


(Foto: Divulgação) /

Passados dias em repouso, minha velhinha (Olivetti) fez questão de voltar a pinicar ou beliscar os Pés de Fumo.

Me fez recordar os saudosos tempos da Aurora da Vida, ainda aos cinco ou seis anos de remota idade, que pai e mãe, ao clarear o dia, esperavam-nos junto ao galpão ou mangueira, com um bule de café bem quente, para tomar o popular Camargo, ou leite apojado da teta da vaca em meia xícara de café. Para quem é inimigo de idade (como eu), se o amigo leitor deseja saber, era no final da era Vargas.

O mesmo prazer de sentir o esplendor do amanhecer, ao ver os raios do sol entre a floresta, se repete até hoje, quando saio cedo ao trabalho. Mas ao limpar os óculos, sua leitura interrompida pergunta: o que tudo isto tem a ver com Pé de Fumo? É que, naquele belo tempo nem se ouvia falar em maconha, sendo hoje na gíria popular para quem não está acostumado saber, é quase o mesmo que pé de cana quem bebe cachaça. Pé de fumo quem consome fumo.

Hoje, muitos jovens estão trocando o dia pela noite ou vice-versa; consumindo fumo até altas horas e dormindo até quase ao meio dia. Não tiram tempo para apreciar o belo espetáculo da natureza ao amanhecer e nascer do sol.

Que futuro triste, ao comparar com nossa idade, a quem viveu os belos dias de uma infância sadia. Como é lindo e belo o amanhecer. Quem muito dorme, pouco se aprende. Além da imaginação, contemplas, adore, ame e admires a natureza do alvorecer ao pôr do sol, se queres ter longos e belos dias.


Rogério de Souza Ortiz 





28 Abril 2019 07:30:00


Seme Arone Junior - Presidente da Associação Brasileira de Estágios 

O Brasil passa por uma crise política e econômica, a qual afetou gravemente o mundo corporativo. De acordo com os dados do estudo "Mercado de Trabalho da Carta de Conjuntura", divulgada recentemente pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), atualmente, temos 12,7 milhões de desempregados. A faixa etária mais afetada é a do grupo entre 18 e 24 anos, os quais, segundo o levantamento, possuem a menor probabilidade de serem contratados e têm a maior chance de serem demitidos.

Assim, enquanto a desocupação entre essa parcela da população ficou em 25,2% no 4º trimestre do ano passado, o percentual total, ou seja, da taxa geral, foi de 11,6%. Para driblar essa realidade e conseguir um espaço nas empresas, o estágio é a melhor opção. Afinal, a atividade vem sendo cada vez mais incorporada dentro das organizações, por trazer energia e renovar as ideias em uma equipe.

"A faixa etária mais afetada é a do grupo entre 18 e 24 anos "

Os empresários percebem o quão difícil é, mesmo com a alta concorrência, encontrar o perfil adequado para integrar seu quadro de colaboradores. Com isso, preferem colher os talentos direto das universidades, para treinálos para futuros cargos. Dessa forma, recrutam iniciantes e possibilitam seu desenvolvimento em sintonia com a missão, visão e cultura da companhia.

Os estudantes, por sua vez, devem começar logo nos primeiros semestres do curso a pesquisar vagas correlatas ao seu perfil. Assim, conseguirão ter uma ideia geral do mercado e decidir qual seguimento é o mais apropriado às suas ambições. Além disso, se formam levando em sua bagagem a tão cobrada experiência e, por conta disso, abrem muitas portas em sua carreira. Portanto, a valorização dessa vivência é fundamental e uma das melhores soluções para o desemprego vivido atualmente por milhares de brasileiros!


21 Abril 2019 10:42:00
Autor: Por Mara Suzana Cerentini Loreto - Reumatologista

O histórico nos dá o risco, ou seja, a chance. Porém, não determina se vai acontecer ou não.


(Foto: Divulgação)

A especialidade da reumatologia tem na sua classificação geral mais de 120 tipos de doenças reumáticas e que se apresentam das mais diferentes formas. As doenças reumáticas acometem desde crianças até idosos. Em média, mulheres são mais afetadas do que os homens, devido às questões hormonais.

O que deve alertar sobre procura de um médico reumatologista é a DOR articular, muscular e/ou na coluna. Dor que incapacita o indivíduo, dor que dura mais de 6 semanas, dor que acorda à noite ou que tenha que fazer uso constante de analgésicos ou anti-inflamatórios são SINAIS DE ALERTA!

 Há ainda outros sinais que podem indicar a necessidade de um especialista da área da reumatologia: febre prolongada de origem indeterminada, fadiga, emagrecimento, perda de função no aparelho osteoarticular, edema articular, alteração dos testes laboratoriais reumatológicos, lesões de pele, dormências, mudança de cor nas mãos, entre outros.

A demora no encaminhamento ao médico especialista acarreta atraso no diagnóstico e tratamento correto. É comum pacientes chegarem ao consultório do especialista convivendo 8 até 10 anos com doenças reumatológicas, sem tratamento.

E quanto a história familiar, até onde a genética influencia? O histórico nos dá o risco, ou seja, a chance. Porém, não determina se vai acontecer ou não. Por exemplo, no caso da espondilite anquilosante, um filho ou irmão de um paciente com a doença tem 75 vezes mais chances de ter a doença do que a população em geral. No caso do lúpus essa chance varia de 20 a 30 vezes e na artrite reumatoide de 2 a 3 vezes.

A prevenção ainda não tem como ser feita, mas o tratamento precoce melhora (em muito) a evolução. E por que reumatologista e não outro profissional? Porque ele é o médico especialista do aparelho locomotor, que tem uma sólida formação clínica, focada nas doenças autoimunes e reumatológicas. É importante que cada indivíduo esteja atento aos seus sinais e sintomas. No caso das articulações quanto mais tempo se espera, maior poderá ser sua incapacidade.

Mara Suzana Cerentini Loreto (Foto: Divulgação)



14 Abril 2019 09:45:00
Autor: Leonardo Torres - Professor


(Foto:Getty Images )


Muitos pais ainda acham que os aparelhos eletrônicos são inofensivos e até auxiliam no desenvolvimento de seus filhos. Sempre escutamos aquela frase: "ele tem somente 2 anos e já sabe mexer em tudo no celular".

O tempo de mastreia no uso de qualquer coisa é o tempo de treino.

Desde pequenos, estamos usando mais e mais aparelhos eletrônicos. As últimas pesquisas demonstram que utilizamos os aparelhos cerca de 9 horas por dia. E quando aponto os números nas salas de aula, meus alunos acabam falando que a pesquisa está errada, que eles utilizam muito mais.

A verdade é que colocar um aparelho eletrônico na mão de uma criança é um alívio para os pais, vovós, babás, etc.. E quando eles percebem que a criança se viciou nos aparelhos, é tarde demais, já que essa prática começa logo na terna infância. Começa muitas vezes até com qualquer choro.

O problema é que hoje, assim como o mundo fora de casa anda perigoso, o mundo dentro de casa, ou seja, o virtual, o da Internet, também pode prejudicar a integridade psicológica e física de nossos filhos. Eles estão cada vez mais influenciados por conteúdos que não são controláveis e muitas vezes perigosos. O massacre de Suzano, por exemplo, foi totalmente viabilizado por meio da Internet. Os desafios da Baleia Azul, da boneca Momo, entre outros, além de afetarem psicologicamente uma criança, podem levá-la à morte.

Quando se coloca um aparelho nas mãos de uma criança, ela para de chorar, de correr, de ser peralta, pois os aparelhos eletrônicos causam o mesmo efeito que uma droga pré-operatória denominada midazolan. Ou seja, interrompese seu desenvolvimento e aprendizado, que passa por essas estripulias. Criase um anestesiamento na criança. Porém, assim como qualquer droga, vicia, causando perda de memória, dificuldade de concentração, de foco, desinteresse por outros estímulos...falta de interação social e, psicologicamente, gera depressão, ansiedade, pânico, etc..

A culpa não é somente dos pais, nem das crianças, mas principalmente de como estamos vivendo. Parece que a sociedade e o mercado querem que os pais cuidem dos filhos como se não tivessem trabalho e trabalhem como se não tivessem filhos. Os direitos de maternidade e paternidade são escassos aqui no Brasil.

A perspectiva igualitária é importante, ou seja, o pai e a mãe devem combinar, a fim de cuidar dos filhos igualmente e se disponibilizar igualmente. Isso não pode ser desculpa para um patriarcado escondido na famosa frase: "eu trabalho e você cuida dos filhos".


Leonardo Torres - Professor



07 Abril 2019 07:00:00


Leticia S. A. Spricigo - Psicóloga CRP 12/17806 

De todos os julgamentos que fazemos, nenhum é tão importante quanto o que fazemos sobre nós mesmos. A autoestima positiva é requisito importante para uma vida satisfatória. 

Vamos entender o que é autoestima. Ela tem dois componentes: o sentimento de competência pessoal e o sentimento de valor pessoal. Em outras palavras, a autoestima é a soma da autoconfiança com o autorespeito. Idealmente falando, todos deveriam desfrutar um alto nível de autoestima, vivenciando tanto a autoconfiança intelectual como a forte sensação de que a felicidade é adequada. Entretanto, infelizmente, uma grande quantidade de pessoas não se sente assim. 

Muitas sofrem de sentimentos de inadequação, insegurança, dúvida, culpa e medo de uma participação plena na vida - um sentimento vago de "eu não sou suficiente". Esses sentimentos nem sempre são reconhecidos e confirmados de imediato, mas eles existem. 

Não conheço ninguém que seja totalmente carente de autoestima positiva, nem que seja incapaz de desenvolver autoestima. Desenvolver a autoestima é desenvolver a convicção de que somos capazes de viver e somos merecedores da felicidade e, portanto, capazes de enfrentar a vida com mais confiança, boa vontade e otimismo, que nos ajudam a atingir nossas metas e a sentirmo-nos realizados. Desenvolver a autoestima é expandir nossa capacidade de ser feliz. 

Uma das características mais significativas da autoestima saudável é que ela é o estado da pessoa que não está em guerra consigo ou com os outros. A importância da autoestima saudável está no fato de que ela é o fundamento da nossa capacidade de reagir ativa e positivamente às oportunidades da vida - no trabalho, no amor e no lazer. 

A autoestima saudável é também o fundamento da serenidade de espírito que torna possível desfrutar a vida. 


31 Março 2019 07:00:00


Leonardo Orsi, Diretor do Segmento de Postos da Linx 

Quem acompanha o mercado de venda direta de combustíveis ao consumidor sabe que a atual política de reajustes não está incomodando apenas quem abastece. Com variações praticamente diárias e poucas alternativas de negociação, os postos têm visto suas margens de lucro diminuírem exponencialmente e a concorrência crescer cada vez mais.

Em um quadro em que é impossível comprar mais por menos, é preciso aumentar a lucratividade com mais vendas, menos desperdício e mais produtividade. E como fazer isso? Com ações coordenadas de valorização do frentista e investimento em tecnologia.

Explico: com um público fiel - aquele que gera receita recorrente -, é possível antecipar cenários e reduzir os impactos de um mercado cada vez mais incerto. Para chegar a isso, é preciso converter o consumidor em um cliente fidelizado. Como, no caso dos postos, a experiência diferenciada está diretamente ligada à eficiência e à rapidez no atendimento, é importante empoderar o responsável pelo relacionamento com o cliente com soluções capazes de oferecer o melhor contato.

"É importante empoderar o responsável pelo relacionamento com o cliente"

Essas mesmas ferramentas precisam reduzir erros e fraudes, além de aumentar a produtividade, desde a bomba até as áreas administrativas. Simples? Nem tanto. Estamos falando, aqui, por exemplo, de ferramentas de gestão inteligente, fluxo de caixa e atendimento, dispositivos interativos e interligados com a automação.

Mas, como eu disse, é preciso pensar em ações coordenadas. O frentista, o usuário principal dessas soluções, tem características muito próprias de modelo de trabalho, escolaridade e padrão de uso de tecnologia. Por isso, toda ferramenta ou solução, nesse caso, precisa partir de premissas específicas.

Sendo assim, se o sistema de gestão não incluir a possibilidade de o frentista levar a máquina de cartão até o carro, segurança e conforto são perdidos. O cliente quer chegar, abastecer, pagar e ir embora. Descer e ir até outro local para pagar é uma quebra à expectativa de experiência. Da mesma forma, uma ferramenta sem navegação intuitiva (ou similar às que o profissional já esteja acostumado, como as mídias sociais) atrito para a produtividade, já que não será usada plenamente.

Como quase tudo hoje em dia, a competitividade dos postos de combustível passa pelo investimento em tecnologia. Mas, como qualquer ferramenta, ela só é efetiva se levar em conta as pessoas.


24 Março 2019 13:00:00
Autor: João Vitor Marcelino - Assessor de Marketing e Imprensa

Procurem desenvolver e exercitar sua capacidade de inovação


João Vitor Marcelino (Divulgação)

Inovação e diversidade são as moedas profissionais do futuro. E o futuro é a porta logo à frente. Se você sabe disso, parabéns: provavelmente é uma pessoa bastante antenada. Se achou isso baboseira, precisamos conversar.

Os ambientes de trabalho estão mudando. As empresas preocupadas com o próprio desenvolvimento começaram a olhar para dentro de maneira mais humana e dinâmica. Os temidos escritórios estão cada vez menos tensos e mais voltados ao cuidado com o colaborador. Salas de entretenimento, horários mais flexíveis, pausas, capacitações e dinâmicas de grupo vêm se tornando parte da rotina desses lugares mais e mais. E isso tudo não é só moda, é o resultado de uma série de estudos. Se você quer prosperar, precisa das duas características que mencionei logo acima. Uma é complementar à outra, todos podem possuí-las e, progressivamente, deixam de ser tornar alguma ladainha pós-moderna para se consolidarem como a realidade daqueles que querem prosperar na vida profissional. Que tal como exemplo o bilionário Nubank, hoje referência internacional em negócios? Ele é a prova viva e perfeita de que a necessidade de equipes heterogêneas e com mentes inquietas para trabalhos cada vez mais funcionais, objetivos e de qualidade não é mais novidade. O Nubank é referência porque, além dos excelentes serviços oferecidos, também tem noções modernas e humanas de como gerir e trabalhar. O que estamos esperando para seguir o exemplo?

Por nos encontrarmos em uma região pacata, por vezes temos a noção comum de que não podemos agir ou se desenvolver como as grandes empresas fazem. Ora, será que não é justamente este mindset (mentalidade) que nos prende?

Deixo o desafio aos leitores: instiguem-se. Procurem desenvolver e exercitar sua capacidade de inovação e orgulhem-se de sua própria diversidade. Não tenham medo de expor e trabalhar sua própria identidade, pois é ela que o faz único e, se usada do jeito certo, o levará muito, muito longe.



17 Março 2019 08:30:00
Autor: Vanessa Queirós Alves - Professora


(Foto: Divulgação)


Na área educacional, nos deparamos, a cada dia, com estudos e formações a respeito da tecnologia e de como ela influencia no processo de aprendizagem de crianças e adolescentes. Por vezes, principalmente a tecnologia digital é vista como "inimiga" no desenvolvimento da aula e na capacidade de concentração e atenção dos alunos. Por outro lado, são crescentes os estudos que demonstram que a tecnologia pode ser aliada da escola e que as instituições não podem ficar à margem do desenvolvimento tecnológico e das novas formas de comunicação e informação.

A expansão que o uso de tecnologia digital, principalmente dos smartphones, tem no contexto mundial é inegável. E isso atinge todas as gerações, de crianças a idosos; é raro não vermos as pessoas utilizando esses recursos diariamente. Porém, a maioria das escolas continua presa a processos tradicionais de ensino, como o excesso de exposição oral, o uso do livro didático com cópias de conteúdos no caderno e a supressão de qualquer uso de aparelhos eletrônicos em sala de aula.

Um dos principais argumentos utilizados pelos docentes é que os estudantes não sabem utilizar adequadamente esses aparelhos, os utilizando somente para diversão e para acesso às diversas redes sociais. Porém, se nossas crianças e adolescentes não são orientados ao uso correto das tecnologias, tornando-as propulsoras no processo de aprendizagem e como recursos que podem ajudá-las em diversas atividades diárias, elas continuarão as utilizando de maneira errada e se tornarão escravas desses aparelhos, em uma relação passiva.

Dessa forma, no trabalho com as tecnologias digitais, a fim de que essas ferramentas possam ser aliadas no processo de ensino-aprendizagem, o professor precisa ser criativo e ousado ao planejar, orientar os alunos a filtrarem as informações que recebem diariamente, analisá-las, questioná-las para se chegar a um pensamento próprio e entender que o conhecimento só se constrói com pesquisa e produção. Os estudantes precisam ser instigados a dar novo sentido aos conteúdos que aprendem, a estabelecer uma relação com eles, de maneira interativa, sabendo utilizar a tecnologia digital como elemento facilitador na construção do próprio conhecimento.


Vanessa Queirós Alves - Professora



OPINIÃO
10 Março 2019 10:25:00


(Foto: Divulgação) /

* Por Tereza C. de Souza - Professora aposentada 

Com a Quarta-Feira de Cinzas, no último dia 6, entra no tempo litúrgico da Quaresma. Este é um período adequado à conversão e intensa conscientização através da Campanha da Fraternidade. Antigamente, neste tempo, os catecúmenos (adultos na catequese) se preparavam para receber o batismo na noite de Páscoa. 

Nós entramos na Quaresma, onde a liturgia nos convida a renovar e reavivar em nosso coração o desejo de pronunciarmos de novo as promessas de nosso batismo durante a vigília pascal. A razão de ser deste tempo de orações, sacrifícios de penitência, jejuns, provações, está em que o homem, para manter sempre sua opção por Deus, por sua vontade, deve afastar-se um pouco das coisas mundanas e com isso criar condições de poder entrar em mais profunda comunhão com o Espírito de Deus. 

Cristo nos dá o exemplo quando, afastando-se para o deserto, em penitência e orações, jejuando durante o tempo de quarenta dias e quarenta noites para manter sua aliança com o Pai e sua fidelidade ao plano de Deus a ser apontado aos homens: viver de Sua palavra e adorá-lo com Deus único. 

Por que, poderíamos ainda perguntar, a necessidade de oração, de penitência, de Quaresma? Porque, apesar de toda fé que possamos ter, nossa natureza humana é fraca, e suscetível capaz de cair na tentação. A Quaresma, portanto, é o tempo de teste para nossa fidelidade na resposta do plano de Deus. 

A vitória da vida sobre a morte de Cristo na sua gloriosa ressurreição é confortadora, pois todos nós também um dia chegaremos a esse momento supremo quando toda nossa vida estará diante de nós, não só com as grandes mágoas e alegrias, mas também com a poeirinha dos pequenos acontecimentos. Não teremos mais nada diante de nós, senão essa misteriosa passagem para a eternidade, que se chama morte. A igreja quer que pensemos nesse fim, não para nos assustarmos, mas para tirarmos lições de vida. 

Caros amigos e amigas, diante de tudo isto que ouvimos, façamos a penitência, na Quaresma. Evitemos festas mundanas e ruidosas. Respeitemos a Quaresma, façamos, pelo amor de Deus, algum sacrifício, não só na comida, na bebida, nos divertimentos, mas também na TV. 

Vamos meditar durante o tempo quaresmal nos novíssimos o homem que são: Morte, Juízo, Inferno e Paraíso! E não esqueçamos também a frase que Jesus nos disse: Vigiai e Orai. 


03 Março 2019 08:31:00


Mara Suzana Cerentini Loreto - Reumatologista e presidente da Sociedade Catarinense de Reumatologia

O que muitas pessoas perguntam é se sentir dor nas juntas é normal. Não é! Ter dor em qualquer segmento que engloba a sustentação e movimentação do corpo precisa ter uma justificativa. As doenças reumáticas têm tratamento e, quanto antes o médico reumatologista for procurado, maiores são as chances de tratar e amenizar os sintomas. Fique atento aos sinais de seu corpo.

Quanto mais precocemente você procurar ajuda médica, maiores serão as suas chances de recuperação e controle de sua doença, com prevenção de incapacidades funcionais, redução do tempo de afastamento do trabalho e melhora da qualidade de vida. A Sociedade Catarinense de Reumatologia (SCR) alerta para que os sinais sejam cada vez mais observados com atenção, já que em média pacientes levam de três a quatro anos para descobrir o diagnóstico correto de doenças reumatológicas, tempo suficiente para deixar sequelas irreversíveis em algumas doenças e até levar o paciente a óbito.

"Quanto mais precocemente você procurar ajuda médica, maiores serão as suas chances de recuperação"

Além do período que muitas pessoas postergam até decidir procurar ajuda médica, caindo muitas vezes no perigo da automedicação, adquirindo analgésicos e anti-inflamatórios diretamente nas farmácias, há ainda outro agravante: os pacientes acabam procurando outros profissionais de saúde sem a expertise necessária para avaliar de uma forma global o paciente com queixas de dor nas articulações ou na coluna.

O sintoma que persiste por algumas semanas deixa de ser dor aguda para se tornar uma dor crônica. E como podemos ter ideia da necessidade de uma consulta médica? No caso de dor articular há alguns sinais locais e outros gerais a serem considerados: a) Sinais articulares locais: dor intensa, dificuldade de mobilizar a articulação, vermelhidão local, trauma; b) Sinais clínicos gerais: febre, queixas em outros órgãos (tórax, digestivas, urinário), comprometimento estado geral, lesões de pele. A dor nas costas persistente, principalmente aquela que acorda a pessoa no meio da noite, que ao despertar tem dificuldade de sair da cama por rigidez, que faz com que tenha dificuldade em permanecer sentado ou em pé em uma mesma posição por muito tempo.


24 Fevereiro 2019 09:10:00
Autor: Reinaldo Domingos - Doutor em educação financeira

Os brasileiros que não se planejaram com antecedência tendem a ficar 'no sufoco'


Reinaldo Domingos (Foto:Divulgação)

Os brasileiros que não se planejaram com antecedência tendem a ficar "no sufoco" agora com as diversas despesas típicas do início do ano. Por isso é importante se organizar para pagar o IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) à vista ou a prazo, respeitando o padrão de vida atual. Lembrando que o prazo para pagamento à vista com desconto está chegando ao fim na maioria das cidades brasileiras.

Antes de pensar na forma de pagamento, é preciso conhecer e respeitar a situação financeira em que se encontra atualmente: endividado, equilibrado financeiramente ou investidor. Se for a primeira ou segunda opção, dificilmente conseguirá fazer o pagamento à vista, restando o caminho do parcelamento.

Lembrando que se deve evitar ao máximo recorrer a empréstimos, limites do cheque especial ou qualquer outra forma de crédito, pois isso apenas levaria mais facilmente ao descontrole financeiro, possivelmente transformando a situação em uma bola de neve, considerando os altíssimos juros cobrados.

Agora, caso a situação financeira esteja mais confortável, sendo investidor, recomendo, sem dúvida nenhuma, que o pagamento seja feito à vista, já que obterá descontos. Para tanto, é preciso se informar sobre os prazos estabelecidos em sua região.

Entretanto, muitas pessoas se deixam levar pelo bom desconto e acabam esquecendo que haverá outras contas a serem pagas naquele mesmo mês ou nos próximos, por isso é importante ficar atento aos compromissos futuros. De que adianta conseguir desconto e pagar à vista e não ter dinheiro suficiente para quitar as outras despesas do mês?

O IPTU, assim como o IPVA e a compra do material escolar, é uma despesa típica de início de ano, portanto é importante que faça parte do planejamento financeiro, evitando o descontrole. Além disso, é válido criar e manter uma reserva financeira para momentos como estes, garantindo maior tranquilidade e segurança.



17 Fevereiro 2019 09:00:00
Autor: Eduardo Calbucci - Professor


(Reprodução)


Uma das grandes reclamações dos estudantes é a de que muitos conteúdos programáticos aprendidos na escola não fazem sentido na vida real. Claro que há uma razão para que a fórmula de Báskara e as funções de segundo grau apareçam nos livros didáticos. Além de auxiliar a desenvolver o raciocínio, elas são, sim, usadas no dia a dia por certos profissionais, como engenheiros, por exemplo.

Fato é que, a depender da escolha profissional, o aluno certamente irá esquecer boa parte do aprendeu na escola. O que nunca o abandonará são os valores transmitidos naquele ambiente. Por isso, o desenvolvimento da aprendizagem socioemocional durante os anos de formação tem um impacto gigantesco na formação do indivíduo.

As instituições de ensino devem caminhar cada vez mais para equilibrar seus projetos pedagógicos. A escola precisa entender que deve haver um equilíbrio entre as habilidades cognitivas, ou seja, os conteúdos tradicionais, e as habilidades socioemocionais.

Afinal, todas as escolas já trabalham, em maior ou menor grau, com questões sociais e emocionais com os alunos. É impossível não fazê-lo. Ocorre que na maioria dos casos o processo se dá de forma individualizada, não estruturada e, muitas vezes, sem objetivos claros. Sem um método a ser seguido, o aprendizado sai prejudicado. Programas estruturados que ensinem os estudantes a lidar com as próprias emoções costumam ser mais eficazes que iniciativas isoladas dos professores.

Um tema que tem pautado veículos de comunicação e despertado a curiosidades de professores e gestores é a chamada escola do futuro. Em um primeiro momento, é comum relacionar o assunto à tecnologia, como aulas de robótica e desenvolvimento de softwares. Mas a tecnologia é um meio, e não um fim.

Na escola do futuro os jovens serão avaliados por questões como convivência, empatia, decisões e controle das emoções. Essas habilidades são importantes para qualquer pessoa, seja criança, jovem ou adulto, tornando seu ensino imprescindível para a melhoria da sociedade. Hoje temos provas científicas de que é possível ensinar esses domínios às pessoas - e quanto mais cedo começamos, mais duradouros serão os benefícios.





03 Fevereiro 2019 07:26:00


Rodrigo Rosa - Agrônomo 

É inevitável, a gente sempre vai passar por situações difíceis na vida, que vão nos deprimir. Quer seja porque perdemos alguém ou porque simplesmente perdemos alguma coisa considerada por nós especial. Quando esse tipo de situação acontece, tomamos dois principais passos. 

O primeiro deles, o desabafo, contamos para alguém que confiamos tudo que estamos sentindo. O segundo, a ajuda, buscamos ajuda de alguém que saiba de maneira mais profissional nos dizer aquilo que precisamos ouvir.

Tudo isso são bons passos, essenciais até diria, mas a verdade é que, por mais que a gente fale, conte, só a gente sabe o tamanho do que sente. Você já notou que, hoje em dia, a maioria das pessoas tenta nivelar por baixo os nossos sentimentos? Como se a nossa dor fosse uma bobagem perto do sofrimento de outras pessoas. Não, não existe dor menor ou maior, existe dor, e se existe é importante.

"Aguente firme, Deus tem cuidado de tudo"

Este texto é para você que considera importante tudo que tem sentido. Nele quero te contar, esclarecer, de uma maneira bem simples, que existe uma coisa que já está trabalhando em seu favor, o tempo. 

Gosto muito de conversar com pessoas mais velhas, e uma das coisas que mais escuto delas é o conselho de viver um dia de cada vez. Seria como se nelas já estivesse inerente a certeza de que um dia de cada vez, quando juntos, formam um tempo, um tempo que sempre trabalha em nosso favor quando o assunto é esquecer.

Portanto, se pudesse te dar um conselho válido sobre o que talvez esteja sentindo, diria para encarar cada um de seus dias como um desafio, sim um desafio, o desafio de vencer mais um e mais um dia. No último ano, foi assim que enfrentei dias e sentimentos bem difíceis.

Descobri no decorrer deles, que o tempo é uma forma de Deus ser nosso amigo, de passo a passo fazer com que a nossa mente esqueça os sentimentos ruins e cultive os ensinamentos e a evolução.

Aguente firme, Deus tem cuidado de tudo, Deus tem cuidado de você. No tempo certo tudo passa e tudo acontece da melhor maneira que poderia acontecer. Acredite no tempo, no que ele já está fazendo, sobre essa fundação as melhores coisas do mundo são construídas e as melhores pessoas também.


27 Janeiro 2019 07:00:00


Como é bom estar de férias. Um milhão de possibilidades estão bem à sua frente. Ficar perto da família, ter inspiração para recomeçar tudo, limpar a mente, lembrar do que realmente importa... Não tem preço. 

É como se, ao entrar no mar, ele levasse suas preocupações embora e renovasse suas energias. É assim que me sinto toda vez que entro no mar. A sensação da areia quente embaixo de seus pés é muito diferente, porém, aconchegante. 

Às vezes, tudo o que uma mente cansada precisa é de um pouco de descanso. DE FÉRIAS. Mesmo que não viaje, mas que apenas possa exercitar e usufruir de seus hobbies. Uma viagem introspectiva, dentro do seu ser. Depois de sentir que está totalmente relaxado, é hora de voltar e realizar suas atividades, com muito mais vigor e eficácia. Porque estamos descansados e prontos para mais desafios. 

Depois da correria do ano, nada melhor do que estar de férias para depois recomeçar... Um livro em branco, pre- enchendo uma página de cada vez. 365 novas oportunidades. 

Agradeço a Deus pelas coisas boas do ano e desejo a to- dos um feliz ano novo, cheio de esperança, boas energias e de muita luz, com muitas bênçãos e que todos realizem o que almejam! 

Angela Cristina Ca- bral Kloppel - Estu- dante universita?ria





20 Janeiro 2019 09:00:00
Autor: Regina Peron

Se insistes em me dizer adeus, eu te eternizo em mim


Regina Peron (Foto: Divulgação) /

Quero falar de despedidas 

dessas que sangram

feito navalha na pele

Quero gritar minha impotência, 

exorcizar o meu medo

de seguir sozinho

Quero encará-la de frente 

mas, sangra...

dói como parto

contudo, nele, no parto,

há vida

e agora, sou só partida

Sei, 

preciso morrer por inteiro

para me dar a chance

de renascer...

contudo, nem sei se quero

viver assim, por viver

De fato, 

já não importa,

se for assim...

E se o mundo for só despedidas 

peço licença para viver no meu particular

para onde levo quem quiser

Parece fuga, 

mas é meu jeito de não despedir

de tudo que me fez até aqui

E ao que se despede, 

sem pedir licença,

não o deixo seguir sem mim

pois, sempre há de existir no meu mundo,

quem me encontrou

e ficou...

e já não haverá dor

nem despedidas,

Logo, 

no meu universo,

permanecem

somente os encontros

e as memórias que me edificam

e dão sentido

à minha própria existência

E, se insistes em me dizer adeus,  

eu te eternizo em mim!

Franciele Gasparini (14/01/2019 - in memoriam) 



13 Janeiro 2019 09:45:00
Autor: Rogério de Souza Ortiz - Aposentado


(Foto: Divulgação)


Ao deparar-me com minha velhinha (Olivetti), criando teia de aranha no canto do quarto, senti curiosidade de pautar algumas linhas, embora não seja eu, exímio datilógrafo, para parabenizar e homenagear a cidade de Curitibanos e sua gente.

A cada ano que passa, vemos com nossos próprios olhos a cidade crescendo e ficando mais bonita. Tudo isto, reconhecendo a boa administração da Prefeitura e a cada, desde o engenheiro, arquiteto, pedreiro, carpinteiro e todos que trabalham para o desenvolvimento e progresso.

Homenagear também as famílias tradicionais que conheço e outras que no momento não tenho grande conhecimento, mas que empreenderam e colaboraram, de uma maneira ou outra, para que nosso município se desenvolvesse.

Costumo pensar que tudo começa na família. O empreendedorismo também não é só nas empresas. Revirando as páginas do meu velho mataburrão, fiquei sabendo que empreender significa: arrojar, tentar ativo com pretensão ou tentame. Por isso, merecem parabéns as famílias que aqui empreenderam e investiram, contribuindo, de uma maneira ou outra, para o desenvolvimento com bons olhos no futuro. Pessoas que lutaram com coragem, atravessando várias crises em seus negócios ou empreendimentos.

Nestas que refiro-me, se me permitem, gostaria de ressaltar as famílias Popinhak, na pessoa do Antônio, Pellizzaro, na pessoa do Olímpio, Alcides e Aquiles. Dos Polis, Guidi, na pessoa do Dudão. Dos Gaboardi, através do Ulysses e do Edson. Dos Provesi e Rodrigues, na pessoa do Osnildo e Osmindio. Dos Scapini, Barp, Berlanda, Brocardo e Surdi, nas pessoas de Alcebíades e Davi Surdi. Dos Prand, Marcon, na pessoa de Edi e Dina. Dos Salvadori, Almeidas, Camargos, Ortiz, na pessoa do Dr. Hélio e dos Farias, na pessoa do Dr. Altino. Dos Moraes e Goeten, na pessoa do Dr. Albari, dos Tambosi, Franciosi, Rigues, na pessoa do Protásio e muitas que aqui vivem e trabalham. Ah, quase estava esquecendo da família desse conceituado jornal, que são o Hélio e o Renato Westphal.

Voltando a falar em empreendedorismo, o desenvolvimento de uma cidade depende também de pequenas empresas. Como se diz: pequenas empresas geram grandes negócios. Por um dito popular que muitas delas nasceram de um fundo de quintal.

Como graças benditas, possuímos aqui, espaço para tudo. O pequeno empreendedor deveria ter mais chance para gerar empregos, não fosse a inimiga burocracia e altos impostos.

Temos vias para atrair pequenas, médias e grandes empresas, sendo, ou bem como: fábrica de óleo para aproveitar a produção de soja do município, fábrica de embalagens, frigorífico para o abate do gado criado que vai para fora, aviário para frangos de corte, mais uma fábrica de papelão para utilizar nosso pinus.

Precisamos também atrair o turismo. Para tal, um bom restaurante que atenda aos domingos e feriados maiores. Falando em restaurante, peço desculpa em relatar que neste final de ano não tinha comércio nenhum aberto que pudesse encontrar pelo menos um frango assado.

Para finalizar, existem várias dicas para se formar uma empresa e gerar empregos, usando criatividade de um bom empreendedor.


Rogério de Souza Ortiz - Aposentado



06 Janeiro 2019 08:53:00
Autor: Reinaldo Domingos


Reinaldo Domingos - Doutor em Educação Financeira (FOTO: DIVULGAÇÃO)

Para quem tem filhos, um dos maiores gastos do início do ano, sem dúvida, é o material escolar. A situação pode ficar ainda mais complicada para aqueles que não se planejaram, isso porque os itens ficarão, em média, 10% mais caros a partir de janeiro, segundo a Associação Brasileira dos Fabricantes e Importadores de Artigos Escolares (Abfiae). 

Devido à falta de educação financeira, diversas despesas se acumulam e as famílias se perdem em meio a tantas contas para pagar, muitas vezes, ultrapassando o limite de seu orçamento financeiro.

Para começar, sempre recomendo que pensem o quanto precisam trabalhar para conseguir o seu salário. A partir daí, fica fácil valorizar esse dinheiro, aprendendo a pesquisar preço e, principalmente, a negociar os valores das compras.

"Sempre recomendo que pensem o quanto precisam trabalhar para conseguir o seu salário"

Então, o primeiro passo é realizar um diagnóstico da vida financeira da família, para saber exatamente quais são os ganhos e gastos mensais e quanto poderá dispor para a aquisição do material escolar. Elaborei algumas orientações sobre o assunto. São elas:


(FOTO: DIVULGAÇÃO)

1 - Essa despesa é recorrente, ou seja, precisa fazer parte do planejamento anual. Para que os gastos não fiquem muito pesados em janeiro, é válido poupar durante todo o ano para conseguir fazer os pagamentos à vista e obter bons descontos;

2 - Antes ir às compras, a família pode analisar itens do ano passado e selecionar tudo o que pode ser usado novamente este ano, como tesoura, régua e mochila, por exemplo;

3 - No caso dos livros, vale a pena procurar pais de alunos mais velhos para emprestar ou comprar por um preço mais acessível, se estiverem em boas condições de uso;

4 - Algo interessante é reunir alguns pais e comprar itens em atacado, como caixas de lápis, cadernos e agendas;

5 - A partir daí, é preciso fazer muitas pesquisas e traçar um orçamento para ter noção do gasto total;

6 - Não é preciso necessariamente comprar todos os itens na mesma loja, mas, se for fazer, é válido pedir descontos;

7 - No dia das compras, converse com o(s) filho(s) sobre o orçamento, para que não corram o risco de se deixar levar pelo impulso e gastar mais do que o planejado;

8- O ideal é sempre fazer os pagamentos à vista, mas, se não for possível, opte por poucas parcelas que caibam no bolso, para não comprometer as finanças de 2019 por vários meses.


23 Dezembro 2018 15:03:00

'Ninguém nasce com um cigarro na boca e nem começa fumando duas carteiras por dia


(Foto: Divulgação)/

Apesar de várias campanhas que a Saúde Pública tem feito ou vem fazendo, a maioria dos fumantes e usuários da "erva bravia", não se conscientizam e não conseguem ficar sem o consumo. 

Até nas carteiras de cigarros já vem mostrando as graves doenças que o fumo pode causar. Alguns não querem parar. Outros não têm força de vontade. Ainda há os que dizem que sem o cigarro ou a erva (Ou melhor dizendo de uma vez, maconha mesmo) não conseguem relaxar os nervos. As desculpas são várias. Também há aqueles que tentam parar com o uso de medicamentos, que não dão certo.

Não quero ofender o caro leitor fumante, mas acho que o único requisito é a força de vontade em abandonar tais vícios, o que não é fácil. Sei por eu mesmo, que há vinte anos abandonei o cigarro por completo, pois já estava começando com palpitações e falta de fôlego.

Além do mais, se foram aqueles velhos tempos que um senhor coronel com charuto encravado nos dedos, levando à boca, esbanjando charme e elegância, fumava os importados requintados.

Hoje, fumar é cafona, prejudicial à saúde e falta de respeito. Em quase todos os locais fechados está a proibição: "NÃO FUMAR". Deveria ser proibido até nas ruas.

Em tal ocasião, em que me aproximava da porta de um banco, uma senhora com um cigarro na boca, exalando fumaça pelo nariz, me deixou tonto. Outro dia, em uma dessas lombadas, com o vidro aberto do carro que me conduzia, adentrando a fumaça do cigarro de um transeunte que soltou uma baforada. Quem possui fogão a lenha já deve ter observado como fica a fuligem da fumaça no chaminé. Assim ficam as narinas dos fumantes.

Conheço um fulano, cuja esposa ou ex-esposa falou: "ou você deixa o cigarro ou eu te deixo". Ele preferiu ficar com o cigarro. Resultado: ganhou um boné de cabrito e hoje está com câncer no pulmão.

Tanto o cigarro ou a erva são vícios progressivos como tantos, pois ninguém nasce com um cigarro na boca e nem começa fumando duas carteiras por dia. Sempre começa pelo prazer da primeira tragada e aí vai sucessivamente. Se tens vontade de largar o vício, tanto do cigarro como da dita cuja, vou lhes dar uma dica: não fume só por hoje. Amanhã tome a mesma decisão. Dia após dia, repetindo, pode ser que largues sem perceber.

Para encerrar, deixo um lembrete: Queres se matar fumando ou usando droga, o problema é seu. Só não prejudique quem está ao seu redor.





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