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24 Março 2019 13:00:00
Autor: João Vitor Marcelino - Assessor de Marketing e Imprensa

Procurem desenvolver e exercitar sua capacidade de inovação


João Vitor Marcelino (Divulgação)

Inovação e diversidade são as moedas profissionais do futuro. E o futuro é a porta logo à frente. Se você sabe disso, parabéns: provavelmente é uma pessoa bastante antenada. Se achou isso baboseira, precisamos conversar.

Os ambientes de trabalho estão mudando. As empresas preocupadas com o próprio desenvolvimento começaram a olhar para dentro de maneira mais humana e dinâmica. Os temidos escritórios estão cada vez menos tensos e mais voltados ao cuidado com o colaborador. Salas de entretenimento, horários mais flexíveis, pausas, capacitações e dinâmicas de grupo vêm se tornando parte da rotina desses lugares mais e mais. E isso tudo não é só moda, é o resultado de uma série de estudos. Se você quer prosperar, precisa das duas características que mencionei logo acima. Uma é complementar à outra, todos podem possuí-las e, progressivamente, deixam de ser tornar alguma ladainha pós-moderna para se consolidarem como a realidade daqueles que querem prosperar na vida profissional. Que tal como exemplo o bilionário Nubank, hoje referência internacional em negócios? Ele é a prova viva e perfeita de que a necessidade de equipes heterogêneas e com mentes inquietas para trabalhos cada vez mais funcionais, objetivos e de qualidade não é mais novidade. O Nubank é referência porque, além dos excelentes serviços oferecidos, também tem noções modernas e humanas de como gerir e trabalhar. O que estamos esperando para seguir o exemplo?

Por nos encontrarmos em uma região pacata, por vezes temos a noção comum de que não podemos agir ou se desenvolver como as grandes empresas fazem. Ora, será que não é justamente este mindset (mentalidade) que nos prende?

Deixo o desafio aos leitores: instiguem-se. Procurem desenvolver e exercitar sua capacidade de inovação e orgulhem-se de sua própria diversidade. Não tenham medo de expor e trabalhar sua própria identidade, pois é ela que o faz único e, se usada do jeito certo, o levará muito, muito longe.



17 Março 2019 08:30:00
Autor: Vanessa Queirós Alves - Professora


(Foto: Divulgação)


Na área educacional, nos deparamos, a cada dia, com estudos e formações a respeito da tecnologia e de como ela influencia no processo de aprendizagem de crianças e adolescentes. Por vezes, principalmente a tecnologia digital é vista como "inimiga" no desenvolvimento da aula e na capacidade de concentração e atenção dos alunos. Por outro lado, são crescentes os estudos que demonstram que a tecnologia pode ser aliada da escola e que as instituições não podem ficar à margem do desenvolvimento tecnológico e das novas formas de comunicação e informação.

A expansão que o uso de tecnologia digital, principalmente dos smartphones, tem no contexto mundial é inegável. E isso atinge todas as gerações, de crianças a idosos; é raro não vermos as pessoas utilizando esses recursos diariamente. Porém, a maioria das escolas continua presa a processos tradicionais de ensino, como o excesso de exposição oral, o uso do livro didático com cópias de conteúdos no caderno e a supressão de qualquer uso de aparelhos eletrônicos em sala de aula.

Um dos principais argumentos utilizados pelos docentes é que os estudantes não sabem utilizar adequadamente esses aparelhos, os utilizando somente para diversão e para acesso às diversas redes sociais. Porém, se nossas crianças e adolescentes não são orientados ao uso correto das tecnologias, tornando-as propulsoras no processo de aprendizagem e como recursos que podem ajudá-las em diversas atividades diárias, elas continuarão as utilizando de maneira errada e se tornarão escravas desses aparelhos, em uma relação passiva.

Dessa forma, no trabalho com as tecnologias digitais, a fim de que essas ferramentas possam ser aliadas no processo de ensino-aprendizagem, o professor precisa ser criativo e ousado ao planejar, orientar os alunos a filtrarem as informações que recebem diariamente, analisá-las, questioná-las para se chegar a um pensamento próprio e entender que o conhecimento só se constrói com pesquisa e produção. Os estudantes precisam ser instigados a dar novo sentido aos conteúdos que aprendem, a estabelecer uma relação com eles, de maneira interativa, sabendo utilizar a tecnologia digital como elemento facilitador na construção do próprio conhecimento.


Vanessa Queirós Alves - Professora



OPINIÃO
10 Março 2019 10:25:00


(Foto: Divulgação) /

* Por Tereza C. de Souza - Professora aposentada 

Com a Quarta-Feira de Cinzas, no último dia 6, entra no tempo litúrgico da Quaresma. Este é um período adequado à conversão e intensa conscientização através da Campanha da Fraternidade. Antigamente, neste tempo, os catecúmenos (adultos na catequese) se preparavam para receber o batismo na noite de Páscoa. 

Nós entramos na Quaresma, onde a liturgia nos convida a renovar e reavivar em nosso coração o desejo de pronunciarmos de novo as promessas de nosso batismo durante a vigília pascal. A razão de ser deste tempo de orações, sacrifícios de penitência, jejuns, provações, está em que o homem, para manter sempre sua opção por Deus, por sua vontade, deve afastar-se um pouco das coisas mundanas e com isso criar condições de poder entrar em mais profunda comunhão com o Espírito de Deus. 

Cristo nos dá o exemplo quando, afastando-se para o deserto, em penitência e orações, jejuando durante o tempo de quarenta dias e quarenta noites para manter sua aliança com o Pai e sua fidelidade ao plano de Deus a ser apontado aos homens: viver de Sua palavra e adorá-lo com Deus único. 

Por que, poderíamos ainda perguntar, a necessidade de oração, de penitência, de Quaresma? Porque, apesar de toda fé que possamos ter, nossa natureza humana é fraca, e suscetível capaz de cair na tentação. A Quaresma, portanto, é o tempo de teste para nossa fidelidade na resposta do plano de Deus. 

A vitória da vida sobre a morte de Cristo na sua gloriosa ressurreição é confortadora, pois todos nós também um dia chegaremos a esse momento supremo quando toda nossa vida estará diante de nós, não só com as grandes mágoas e alegrias, mas também com a poeirinha dos pequenos acontecimentos. Não teremos mais nada diante de nós, senão essa misteriosa passagem para a eternidade, que se chama morte. A igreja quer que pensemos nesse fim, não para nos assustarmos, mas para tirarmos lições de vida. 

Caros amigos e amigas, diante de tudo isto que ouvimos, façamos a penitência, na Quaresma. Evitemos festas mundanas e ruidosas. Respeitemos a Quaresma, façamos, pelo amor de Deus, algum sacrifício, não só na comida, na bebida, nos divertimentos, mas também na TV. 

Vamos meditar durante o tempo quaresmal nos novíssimos o homem que são: Morte, Juízo, Inferno e Paraíso! E não esqueçamos também a frase que Jesus nos disse: Vigiai e Orai. 


03 Março 2019 08:31:00


Mara Suzana Cerentini Loreto - Reumatologista e presidente da Sociedade Catarinense de Reumatologia

O que muitas pessoas perguntam é se sentir dor nas juntas é normal. Não é! Ter dor em qualquer segmento que engloba a sustentação e movimentação do corpo precisa ter uma justificativa. As doenças reumáticas têm tratamento e, quanto antes o médico reumatologista for procurado, maiores são as chances de tratar e amenizar os sintomas. Fique atento aos sinais de seu corpo.

Quanto mais precocemente você procurar ajuda médica, maiores serão as suas chances de recuperação e controle de sua doença, com prevenção de incapacidades funcionais, redução do tempo de afastamento do trabalho e melhora da qualidade de vida. A Sociedade Catarinense de Reumatologia (SCR) alerta para que os sinais sejam cada vez mais observados com atenção, já que em média pacientes levam de três a quatro anos para descobrir o diagnóstico correto de doenças reumatológicas, tempo suficiente para deixar sequelas irreversíveis em algumas doenças e até levar o paciente a óbito.

"Quanto mais precocemente você procurar ajuda médica, maiores serão as suas chances de recuperação"

Além do período que muitas pessoas postergam até decidir procurar ajuda médica, caindo muitas vezes no perigo da automedicação, adquirindo analgésicos e anti-inflamatórios diretamente nas farmácias, há ainda outro agravante: os pacientes acabam procurando outros profissionais de saúde sem a expertise necessária para avaliar de uma forma global o paciente com queixas de dor nas articulações ou na coluna.

O sintoma que persiste por algumas semanas deixa de ser dor aguda para se tornar uma dor crônica. E como podemos ter ideia da necessidade de uma consulta médica? No caso de dor articular há alguns sinais locais e outros gerais a serem considerados: a) Sinais articulares locais: dor intensa, dificuldade de mobilizar a articulação, vermelhidão local, trauma; b) Sinais clínicos gerais: febre, queixas em outros órgãos (tórax, digestivas, urinário), comprometimento estado geral, lesões de pele. A dor nas costas persistente, principalmente aquela que acorda a pessoa no meio da noite, que ao despertar tem dificuldade de sair da cama por rigidez, que faz com que tenha dificuldade em permanecer sentado ou em pé em uma mesma posição por muito tempo.


24 Fevereiro 2019 09:10:00
Autor: Reinaldo Domingos - Doutor em educação financeira

Os brasileiros que não se planejaram com antecedência tendem a ficar 'no sufoco'


Reinaldo Domingos (Foto:Divulgação)

Os brasileiros que não se planejaram com antecedência tendem a ficar "no sufoco" agora com as diversas despesas típicas do início do ano. Por isso é importante se organizar para pagar o IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) à vista ou a prazo, respeitando o padrão de vida atual. Lembrando que o prazo para pagamento à vista com desconto está chegando ao fim na maioria das cidades brasileiras.

Antes de pensar na forma de pagamento, é preciso conhecer e respeitar a situação financeira em que se encontra atualmente: endividado, equilibrado financeiramente ou investidor. Se for a primeira ou segunda opção, dificilmente conseguirá fazer o pagamento à vista, restando o caminho do parcelamento.

Lembrando que se deve evitar ao máximo recorrer a empréstimos, limites do cheque especial ou qualquer outra forma de crédito, pois isso apenas levaria mais facilmente ao descontrole financeiro, possivelmente transformando a situação em uma bola de neve, considerando os altíssimos juros cobrados.

Agora, caso a situação financeira esteja mais confortável, sendo investidor, recomendo, sem dúvida nenhuma, que o pagamento seja feito à vista, já que obterá descontos. Para tanto, é preciso se informar sobre os prazos estabelecidos em sua região.

Entretanto, muitas pessoas se deixam levar pelo bom desconto e acabam esquecendo que haverá outras contas a serem pagas naquele mesmo mês ou nos próximos, por isso é importante ficar atento aos compromissos futuros. De que adianta conseguir desconto e pagar à vista e não ter dinheiro suficiente para quitar as outras despesas do mês?

O IPTU, assim como o IPVA e a compra do material escolar, é uma despesa típica de início de ano, portanto é importante que faça parte do planejamento financeiro, evitando o descontrole. Além disso, é válido criar e manter uma reserva financeira para momentos como estes, garantindo maior tranquilidade e segurança.



17 Fevereiro 2019 09:00:00
Autor: Eduardo Calbucci - Professor


(Reprodução)


Uma das grandes reclamações dos estudantes é a de que muitos conteúdos programáticos aprendidos na escola não fazem sentido na vida real. Claro que há uma razão para que a fórmula de Báskara e as funções de segundo grau apareçam nos livros didáticos. Além de auxiliar a desenvolver o raciocínio, elas são, sim, usadas no dia a dia por certos profissionais, como engenheiros, por exemplo.

Fato é que, a depender da escolha profissional, o aluno certamente irá esquecer boa parte do aprendeu na escola. O que nunca o abandonará são os valores transmitidos naquele ambiente. Por isso, o desenvolvimento da aprendizagem socioemocional durante os anos de formação tem um impacto gigantesco na formação do indivíduo.

As instituições de ensino devem caminhar cada vez mais para equilibrar seus projetos pedagógicos. A escola precisa entender que deve haver um equilíbrio entre as habilidades cognitivas, ou seja, os conteúdos tradicionais, e as habilidades socioemocionais.

Afinal, todas as escolas já trabalham, em maior ou menor grau, com questões sociais e emocionais com os alunos. É impossível não fazê-lo. Ocorre que na maioria dos casos o processo se dá de forma individualizada, não estruturada e, muitas vezes, sem objetivos claros. Sem um método a ser seguido, o aprendizado sai prejudicado. Programas estruturados que ensinem os estudantes a lidar com as próprias emoções costumam ser mais eficazes que iniciativas isoladas dos professores.

Um tema que tem pautado veículos de comunicação e despertado a curiosidades de professores e gestores é a chamada escola do futuro. Em um primeiro momento, é comum relacionar o assunto à tecnologia, como aulas de robótica e desenvolvimento de softwares. Mas a tecnologia é um meio, e não um fim.

Na escola do futuro os jovens serão avaliados por questões como convivência, empatia, decisões e controle das emoções. Essas habilidades são importantes para qualquer pessoa, seja criança, jovem ou adulto, tornando seu ensino imprescindível para a melhoria da sociedade. Hoje temos provas científicas de que é possível ensinar esses domínios às pessoas - e quanto mais cedo começamos, mais duradouros serão os benefícios.





03 Fevereiro 2019 07:26:00


Rodrigo Rosa - Agrônomo 

É inevitável, a gente sempre vai passar por situações difíceis na vida, que vão nos deprimir. Quer seja porque perdemos alguém ou porque simplesmente perdemos alguma coisa considerada por nós especial. Quando esse tipo de situação acontece, tomamos dois principais passos. 

O primeiro deles, o desabafo, contamos para alguém que confiamos tudo que estamos sentindo. O segundo, a ajuda, buscamos ajuda de alguém que saiba de maneira mais profissional nos dizer aquilo que precisamos ouvir.

Tudo isso são bons passos, essenciais até diria, mas a verdade é que, por mais que a gente fale, conte, só a gente sabe o tamanho do que sente. Você já notou que, hoje em dia, a maioria das pessoas tenta nivelar por baixo os nossos sentimentos? Como se a nossa dor fosse uma bobagem perto do sofrimento de outras pessoas. Não, não existe dor menor ou maior, existe dor, e se existe é importante.

"Aguente firme, Deus tem cuidado de tudo"

Este texto é para você que considera importante tudo que tem sentido. Nele quero te contar, esclarecer, de uma maneira bem simples, que existe uma coisa que já está trabalhando em seu favor, o tempo. 

Gosto muito de conversar com pessoas mais velhas, e uma das coisas que mais escuto delas é o conselho de viver um dia de cada vez. Seria como se nelas já estivesse inerente a certeza de que um dia de cada vez, quando juntos, formam um tempo, um tempo que sempre trabalha em nosso favor quando o assunto é esquecer.

Portanto, se pudesse te dar um conselho válido sobre o que talvez esteja sentindo, diria para encarar cada um de seus dias como um desafio, sim um desafio, o desafio de vencer mais um e mais um dia. No último ano, foi assim que enfrentei dias e sentimentos bem difíceis.

Descobri no decorrer deles, que o tempo é uma forma de Deus ser nosso amigo, de passo a passo fazer com que a nossa mente esqueça os sentimentos ruins e cultive os ensinamentos e a evolução.

Aguente firme, Deus tem cuidado de tudo, Deus tem cuidado de você. No tempo certo tudo passa e tudo acontece da melhor maneira que poderia acontecer. Acredite no tempo, no que ele já está fazendo, sobre essa fundação as melhores coisas do mundo são construídas e as melhores pessoas também.


27 Janeiro 2019 07:00:00


Como é bom estar de férias. Um milhão de possibilidades estão bem à sua frente. Ficar perto da família, ter inspiração para recomeçar tudo, limpar a mente, lembrar do que realmente importa... Não tem preço. 

É como se, ao entrar no mar, ele levasse suas preocupações embora e renovasse suas energias. É assim que me sinto toda vez que entro no mar. A sensação da areia quente embaixo de seus pés é muito diferente, porém, aconchegante. 

Às vezes, tudo o que uma mente cansada precisa é de um pouco de descanso. DE FÉRIAS. Mesmo que não viaje, mas que apenas possa exercitar e usufruir de seus hobbies. Uma viagem introspectiva, dentro do seu ser. Depois de sentir que está totalmente relaxado, é hora de voltar e realizar suas atividades, com muito mais vigor e eficácia. Porque estamos descansados e prontos para mais desafios. 

Depois da correria do ano, nada melhor do que estar de férias para depois recomeçar... Um livro em branco, pre- enchendo uma página de cada vez. 365 novas oportunidades. 

Agradeço a Deus pelas coisas boas do ano e desejo a to- dos um feliz ano novo, cheio de esperança, boas energias e de muita luz, com muitas bênçãos e que todos realizem o que almejam! 

Angela Cristina Ca- bral Kloppel - Estu- dante universita?ria





20 Janeiro 2019 09:00:00
Autor: Regina Peron

Se insistes em me dizer adeus, eu te eternizo em mim


Regina Peron (Foto: Divulgação) /

Quero falar de despedidas 

dessas que sangram

feito navalha na pele

Quero gritar minha impotência, 

exorcizar o meu medo

de seguir sozinho

Quero encará-la de frente 

mas, sangra...

dói como parto

contudo, nele, no parto,

há vida

e agora, sou só partida

Sei, 

preciso morrer por inteiro

para me dar a chance

de renascer...

contudo, nem sei se quero

viver assim, por viver

De fato, 

já não importa,

se for assim...

E se o mundo for só despedidas 

peço licença para viver no meu particular

para onde levo quem quiser

Parece fuga, 

mas é meu jeito de não despedir

de tudo que me fez até aqui

E ao que se despede, 

sem pedir licença,

não o deixo seguir sem mim

pois, sempre há de existir no meu mundo,

quem me encontrou

e ficou...

e já não haverá dor

nem despedidas,

Logo, 

no meu universo,

permanecem

somente os encontros

e as memórias que me edificam

e dão sentido

à minha própria existência

E, se insistes em me dizer adeus,  

eu te eternizo em mim!

Franciele Gasparini (14/01/2019 - in memoriam) 



13 Janeiro 2019 09:45:00
Autor: Rogério de Souza Ortiz - Aposentado


(Foto: Divulgação)


Ao deparar-me com minha velhinha (Olivetti), criando teia de aranha no canto do quarto, senti curiosidade de pautar algumas linhas, embora não seja eu, exímio datilógrafo, para parabenizar e homenagear a cidade de Curitibanos e sua gente.

A cada ano que passa, vemos com nossos próprios olhos a cidade crescendo e ficando mais bonita. Tudo isto, reconhecendo a boa administração da Prefeitura e a cada, desde o engenheiro, arquiteto, pedreiro, carpinteiro e todos que trabalham para o desenvolvimento e progresso.

Homenagear também as famílias tradicionais que conheço e outras que no momento não tenho grande conhecimento, mas que empreenderam e colaboraram, de uma maneira ou outra, para que nosso município se desenvolvesse.

Costumo pensar que tudo começa na família. O empreendedorismo também não é só nas empresas. Revirando as páginas do meu velho mataburrão, fiquei sabendo que empreender significa: arrojar, tentar ativo com pretensão ou tentame. Por isso, merecem parabéns as famílias que aqui empreenderam e investiram, contribuindo, de uma maneira ou outra, para o desenvolvimento com bons olhos no futuro. Pessoas que lutaram com coragem, atravessando várias crises em seus negócios ou empreendimentos.

Nestas que refiro-me, se me permitem, gostaria de ressaltar as famílias Popinhak, na pessoa do Antônio, Pellizzaro, na pessoa do Olímpio, Alcides e Aquiles. Dos Polis, Guidi, na pessoa do Dudão. Dos Gaboardi, através do Ulysses e do Edson. Dos Provesi e Rodrigues, na pessoa do Osnildo e Osmindio. Dos Scapini, Barp, Berlanda, Brocardo e Surdi, nas pessoas de Alcebíades e Davi Surdi. Dos Prand, Marcon, na pessoa de Edi e Dina. Dos Salvadori, Almeidas, Camargos, Ortiz, na pessoa do Dr. Hélio e dos Farias, na pessoa do Dr. Altino. Dos Moraes e Goeten, na pessoa do Dr. Albari, dos Tambosi, Franciosi, Rigues, na pessoa do Protásio e muitas que aqui vivem e trabalham. Ah, quase estava esquecendo da família desse conceituado jornal, que são o Hélio e o Renato Westphal.

Voltando a falar em empreendedorismo, o desenvolvimento de uma cidade depende também de pequenas empresas. Como se diz: pequenas empresas geram grandes negócios. Por um dito popular que muitas delas nasceram de um fundo de quintal.

Como graças benditas, possuímos aqui, espaço para tudo. O pequeno empreendedor deveria ter mais chance para gerar empregos, não fosse a inimiga burocracia e altos impostos.

Temos vias para atrair pequenas, médias e grandes empresas, sendo, ou bem como: fábrica de óleo para aproveitar a produção de soja do município, fábrica de embalagens, frigorífico para o abate do gado criado que vai para fora, aviário para frangos de corte, mais uma fábrica de papelão para utilizar nosso pinus.

Precisamos também atrair o turismo. Para tal, um bom restaurante que atenda aos domingos e feriados maiores. Falando em restaurante, peço desculpa em relatar que neste final de ano não tinha comércio nenhum aberto que pudesse encontrar pelo menos um frango assado.

Para finalizar, existem várias dicas para se formar uma empresa e gerar empregos, usando criatividade de um bom empreendedor.


Rogério de Souza Ortiz - Aposentado



06 Janeiro 2019 08:53:00
Autor: Reinaldo Domingos


Reinaldo Domingos - Doutor em Educação Financeira (FOTO: DIVULGAÇÃO)

Para quem tem filhos, um dos maiores gastos do início do ano, sem dúvida, é o material escolar. A situação pode ficar ainda mais complicada para aqueles que não se planejaram, isso porque os itens ficarão, em média, 10% mais caros a partir de janeiro, segundo a Associação Brasileira dos Fabricantes e Importadores de Artigos Escolares (Abfiae). 

Devido à falta de educação financeira, diversas despesas se acumulam e as famílias se perdem em meio a tantas contas para pagar, muitas vezes, ultrapassando o limite de seu orçamento financeiro.

Para começar, sempre recomendo que pensem o quanto precisam trabalhar para conseguir o seu salário. A partir daí, fica fácil valorizar esse dinheiro, aprendendo a pesquisar preço e, principalmente, a negociar os valores das compras.

"Sempre recomendo que pensem o quanto precisam trabalhar para conseguir o seu salário"

Então, o primeiro passo é realizar um diagnóstico da vida financeira da família, para saber exatamente quais são os ganhos e gastos mensais e quanto poderá dispor para a aquisição do material escolar. Elaborei algumas orientações sobre o assunto. São elas:


(FOTO: DIVULGAÇÃO)

1 - Essa despesa é recorrente, ou seja, precisa fazer parte do planejamento anual. Para que os gastos não fiquem muito pesados em janeiro, é válido poupar durante todo o ano para conseguir fazer os pagamentos à vista e obter bons descontos;

2 - Antes ir às compras, a família pode analisar itens do ano passado e selecionar tudo o que pode ser usado novamente este ano, como tesoura, régua e mochila, por exemplo;

3 - No caso dos livros, vale a pena procurar pais de alunos mais velhos para emprestar ou comprar por um preço mais acessível, se estiverem em boas condições de uso;

4 - Algo interessante é reunir alguns pais e comprar itens em atacado, como caixas de lápis, cadernos e agendas;

5 - A partir daí, é preciso fazer muitas pesquisas e traçar um orçamento para ter noção do gasto total;

6 - Não é preciso necessariamente comprar todos os itens na mesma loja, mas, se for fazer, é válido pedir descontos;

7 - No dia das compras, converse com o(s) filho(s) sobre o orçamento, para que não corram o risco de se deixar levar pelo impulso e gastar mais do que o planejado;

8- O ideal é sempre fazer os pagamentos à vista, mas, se não for possível, opte por poucas parcelas que caibam no bolso, para não comprometer as finanças de 2019 por vários meses.


23 Dezembro 2018 15:03:00

'Ninguém nasce com um cigarro na boca e nem começa fumando duas carteiras por dia


(Foto: Divulgação)/

Apesar de várias campanhas que a Saúde Pública tem feito ou vem fazendo, a maioria dos fumantes e usuários da "erva bravia", não se conscientizam e não conseguem ficar sem o consumo. 

Até nas carteiras de cigarros já vem mostrando as graves doenças que o fumo pode causar. Alguns não querem parar. Outros não têm força de vontade. Ainda há os que dizem que sem o cigarro ou a erva (Ou melhor dizendo de uma vez, maconha mesmo) não conseguem relaxar os nervos. As desculpas são várias. Também há aqueles que tentam parar com o uso de medicamentos, que não dão certo.

Não quero ofender o caro leitor fumante, mas acho que o único requisito é a força de vontade em abandonar tais vícios, o que não é fácil. Sei por eu mesmo, que há vinte anos abandonei o cigarro por completo, pois já estava começando com palpitações e falta de fôlego.

Além do mais, se foram aqueles velhos tempos que um senhor coronel com charuto encravado nos dedos, levando à boca, esbanjando charme e elegância, fumava os importados requintados.

Hoje, fumar é cafona, prejudicial à saúde e falta de respeito. Em quase todos os locais fechados está a proibição: "NÃO FUMAR". Deveria ser proibido até nas ruas.

Em tal ocasião, em que me aproximava da porta de um banco, uma senhora com um cigarro na boca, exalando fumaça pelo nariz, me deixou tonto. Outro dia, em uma dessas lombadas, com o vidro aberto do carro que me conduzia, adentrando a fumaça do cigarro de um transeunte que soltou uma baforada. Quem possui fogão a lenha já deve ter observado como fica a fuligem da fumaça no chaminé. Assim ficam as narinas dos fumantes.

Conheço um fulano, cuja esposa ou ex-esposa falou: "ou você deixa o cigarro ou eu te deixo". Ele preferiu ficar com o cigarro. Resultado: ganhou um boné de cabrito e hoje está com câncer no pulmão.

Tanto o cigarro ou a erva são vícios progressivos como tantos, pois ninguém nasce com um cigarro na boca e nem começa fumando duas carteiras por dia. Sempre começa pelo prazer da primeira tragada e aí vai sucessivamente. Se tens vontade de largar o vício, tanto do cigarro como da dita cuja, vou lhes dar uma dica: não fume só por hoje. Amanhã tome a mesma decisão. Dia após dia, repetindo, pode ser que largues sem perceber.

Para encerrar, deixo um lembrete: Queres se matar fumando ou usando droga, o problema é seu. Só não prejudique quem está ao seu redor.



16 Dezembro 2018 09:40:00
Autor: Rodrigo Berté- Diretor da Escola Superior de Saúde, Biociências,Meio Ambiente e Humanidades do Centro Universitário Internacional Uninter




Após amargar mais de três anos de recessão, agravada, entre outros fatores, pelo desemprego, consumo apertado ou estreitado por contas, dívidas e queda de classes, as pessoas começam a se recompor aos poucos e trazem hábitos novos de brasilidade.

É comum encontrarmos pessoas nas ruas, ou mesmo as que conhecemos, que passaram por muitas dificuldades, ou ainda estão passando. Elas nos contam como viraram o jogo e como estão olhando para o futuro.

Há um comportamento diferente no consumidor, tornando-o mais exigente e mais consciente na hora de comprar. Na mesma sintonia, vieram empresas baixando custos, abarcando novas tecnologias e que têm passado por estratégias de revisão no atendimento ao consumidor, com o objetivo de entender melhor o cliente atual e como ele está se comportando.

Chegamos a mais de 61 milhões de brasileiros inadimplentes,segundo a Serasa Experian, o que vem gradativamente baixando aos poucos. A retomada do consumo vem acontecendo aos poucos, como também a mudança de comportamento do consumidor.

O consumidor das crises anteriores não era tão empoderado como o atual, tendo em vista a grande quantidade de informações.Nas situações de recessão anteriores, para pesquisar preços, ele tinha que ir até a loja ou ao supermercado; agora,tudo está facilitado com a Internet. Outro ponto de destaque é que se deixou de lado a compulsividade, inimiga do consumo consciente, e passou-se a comprar o que realmente é necessário,evitando o desperdício.

Por outro lado, e muito mais importante, é a avaliação do impacto dos produtos sobre o meio ambiente e os aspectos sociais.Os novos hábitos vão além do planejamento das compras:hoje são mais comuns as pesquisas feitas na Internet para comparação de produtos e ofertas, a análise de como são obtidos e até a verificação mais minuciosa da real necessidade  de compra.

A crise atual afetou todas as classes sociais. A mudança de comportamento e os novos hábitos dos consumidores poderão ter efeito positivo na próxima década, com baixa no endividamento e o empoderamento na tomada de decisão para se efetuar a compra.





09 Dezembro 2018 08:30:00


Leonardo Torres - Palestrante, professor e doutorando em Comunicação e Cultura Midiática 


Por que estamos vazios? Por que, se nós interagimos o tempo inteiro nas redes sociais com familiares, amigos e colegas? Hoje, não estamos mais sós, mas estamos inteiramente vazios. Parece que nunca houve no mundo um momento tão conectado e, ao mesmo tempo, tão sem sentido.

Nos últimos 40 anos, a Internet que conhecemos nasceu, cresceu e hoje é praticamente uma necessidade básica. Nesse mesmo tempo, o índice de suicídios no mundo aumentou cerca de 60%, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde). James Hillman, estudioso da psicologia arquetípica, aponta que o vazio, o "estar sem sentido", é um dos fatores que influenciam no suicídio.

Esse vazio amedronta o mundo. Alguns cientistas já afirmam que, assim como a Idade Média foi marcada pelas doenças biológicas, a atualidade será marcada pelas doenças psicológicas, principalmente a depressão. Dietmar Kamper, estudioso da comunicação, sempre nos falou sobre como o mundo está em um processo de "Ocidentação", ao invés de "Orientação". Ao nos orientar, seguimos a luz do Sol (o oriente é a terra do Sol nascente). Ao nos ocidentar, estamos correndo atrás de um Sol que já se pôs. Estamos na escuridão. Precisamos e buscamos as luzes dos aparelhos, porém, sem sentido, sem direção alguma, já que eles apontam para diversas direções.

"ESQUECER O QUE ESTÁ DENTRO DE NÓS É CAIR NA IMENSIDÃO DO VAZIO OCIDENTAL"

Curiosamente, o "vazio" do mundo oriental é muito diferente do "vazio" ocidental. No oriente, o kanji para "vazio" é a mistura dos kanjis "sol" e "porta". Deixar a porta aberta para o Sol entrar. Deixar o seu "eu" aberto para a luz de dentro brilhar. Permitir-se. É buscar o Sol dentro de si. Isso é orientação. Por isso, o mundo ocidental tem uma dificuldade imensa de entender o "vazio" da meditação oriental. Daí caímos no pensamento "deixe sua mente vazia, não pense em nada, você está pensando" e acabamos por pensar em tudo e concluir que a meditação não está funcionando.

Se estamos na "Ocidentação", estamos procurando as luzes fora de nós, nos aparelhos eletrônicos. Nesse processo, parece que a verdade não está mais dentro, mas fora, na mídia. Interagimos nas redes sociais para tapar buracos sociais; consumimos produtos para tapar buracos emocionais; buscamos o tempo inteiro tapar os buracos de dentro da alma com algo de fora dela. No fim, obviamente, nada funciona. Esquecer o que está dentro de nós é cair na imensidão do vazio ocidental.


ARTIGO DO LEITOR
25 Novembro 2018 15:06:00
Autor: Rogério de Souza Ortiz

'É necessário começarmos urgentemente educar a nova geração quanto aos cuidados e conservação de nossas fontes'


Rogério de Souza Ortiz (Foto: Divulgação)

O maior líquido precioso no planeta Terra, abençoado por natureza. Usado em todos os momentos da vida e em todos os procedimentos de preparos alimentares, desde o nascimento das plantas até o consumo, sem falar da limpeza em todos os setores.

No entanto, ela não tem os devidos cuidados pelos que a usam. Vejamos, os maus tratos dos rios e das nascentes que são jogados lixos, rede de esgoto e tudo mais. É necessário começarmos urgentemente educar a nova geração quanto aos cuidados e conservação de nossas fontes, pois, daqui a alguns anos, poderá faltar água potável até para matar a sede. 

Que tal se as nossas autoridades governamentais, ao invés de gastar fortunas com baboseiras, cuidassem melhor de nossas nascentes, mandando cercá-las até o final de captação de tratamento? Partindo desta ideia, talvez não seria necessário o uso de tanto cloro no tratamento. Mas para tanto, teria que haver uma rígida fiscalização do Meio Ambiente e outros.

Há muito o que se falar sobre a água, sendo que nosso corpo e o globo terrestre são 70% compostos por ela. É meio esquizofrênico pensar que o mundo poderá sobreviver sem o petróleo, mas sem água não. A exemplo, comparamos o automóvel, com a Maria Fumaça ou locomóvel toda tocada a vapor. Existindo água para floresta, existe lenha. Outra comparação é que os cavalos, bois e burros não movem carro ou carroça sem beber água. E, ainda, a vaca não dará leite sem tomá-la. 

Nesse momento, me lembro de um caneco de chopp em que tinha um desenho de sapo na lagoa e logo abaixo: 'Não beba água, só cerveja'. Que pura idiotice se a cerveja é feita de água. Mesmo que se diga que Santa Catarina seja o mais rico em fontes de água, ainda estamos correndo o risco dela ser arruinada pelos vários fatores das indústrias poluidoras, dos agrotóxicos e tudo mais.

Vejamos o exemplo do Nordeste e a calamidade da seca. Nós, os catarinenses, teríamos água até para exportar para o Ocidente e Oriente Médio, mas devemos cuidar dela, antes que acabe. Se for para voltarmos para a idade da pedra lascada, sem o petróleo, pelo menos precisamos de água pura com abundância.


18 Novembro 2018 09:17:00
Autor: Por Sisi Blind


(Foto: Divulgação)


Inaceitável e inadmissível. Assim classificamos a aprovação do aumento de 16% no salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), pelo Congresso Nacional. Essa é a única forma para traduzir a irresponsabilidade e descaso dos congressistas em aprovar o benefício para as altas camadas do serviço público, enquanto congela em 20 anos o orçamento para políticas públicas. Isso causará um efeito bilionário na economia brasileira, enquanto recursos de convênios em favor dos municípios são cancelados com a alegação de falta de dinheiro. A sociedade brasileira não aguenta mais.

Em nome dos 295 prefeitos e prefeitas de Santa Catarina, enquanto presidente da Fecam, manifestamos desaprovação de decisões unilaterais e equivocadas realizadas no âmbito federal em 2018. Muitas interferem e impactam diretamente na gestão dos municípios e, consequentemente, no atendimento das demandas da sociedade. Entre elas, está a aprovação do reajuste de 16% nos salários dos ministros do STF. Na contramão do enxugamento da máquina pública e da ampliação das políticas de diminuição das vulnerabilidades sociais, o acréscimo desse salário propicia o efeito cascata no teto do funcionalismo público e amplia o déficit primário do governo federal.

A orientação do governo federal aos ministérios pelo cancelamento dos empreendimentos e obras, alegando, especialmente, a necessidade de contingenciamento de despesas. Esses investimentos são o mecanismo estratégico para a indução do desenvolvimento econômico e social de forma sustentável, além de promover a redução dos gargalos estruturais e ampliar a produtividade dos setores econômicos.

Diante da gravidade da situação e da total falta de compromisso adequado do governo federal com os municípios, a Fecam exige o cumprimento do pagamento dos contratos relacionados às obras e garantia da execução do pagamento das já vigentes. Solicita, ainda, que vete a aprovação do ajuste dos salários dos ministros do STF.



Sisi Blind, presidente em exercício da Fecam e prefeita de São Cristóvão do Sul


12 Novembro 2018 09:06:00


Gilmara de Moraes Heusser - Coordenadora pedagógica

É impossível pensar em Educação infantil dissociada de afetividade. Há uma grande responsabilidade por parte dos educadores na construção emocional das crianças, porém, os profissionais que se propõem a educar crianças bem pequenas também precisam estar preparados emocionalmente, afinal, serão eles, os responsáveis pela construção de seres humanos capazes de olhar o mundo com um pouco mais de sensibilidade.

O que acontece é que a maioria dos profissionais não estão emocionalmente preparada para assumir esse papel de estruturar bases psicológicas tão fundamentais inerentes às crianças.

Os profissionais de educação infantil buscam o interesse das crianças, em atividades mirabolantes, cheias de cores e opções, texturas, formas e tamanhos e esquecem que o essencial para criança é a confiança e afeto.

"A GRANDE PAIXÃO DA MINHA VIDA É EDUCAR ASSOCIADO A MUITO AFETO"

Se a criança não confia e não tem afeto por quem a educa ou ensina, as demais funções elementares, cognitivas, não se desenvolverão harmonicamente, ficaram presas ao medo, ao receio ou o mecanicismo, que a evolução histórica da educação tenta superar ao longo dos anos.

O que te faz sair todos os dias da sua casa, para um ambiente barulhento? Que provavelmente não será recebido com aroma de rosas? Sim, há muitos educadores de almas azedas, que ali estão porque querem garantir seu ganha pão. Mas não os culpo de maneira generalizada, a parte da culpa também do sistema decadente.

Os profissionais da Educação Infantil deixaram marcas profundas na alma, marcas que o tempo vem amargurando, marcas que as vezes nem um olhar fraterno de uma criança é capaz de mudar.

Um apelo aos que escolhem a Pedagogia: sejam amáveis, sejam gentis. As crianças, famílias e a sociedade agradecem.


ARTIGO DO LEITOR
04 Novembro 2018 10:47:00


Angela Cristina Cabral Kloppel/Estudante universitária.

Quem nunca se desesperou em algum momento da vida achando que era o fim? Na verdade, era apenas um começo. Às vezes, a revolta e a depressão tomam conta e junto delas, uma vontade enorme de tirar a própria vida. Quem nunca pensou que Deus havia o abandonado? Se estamos regredindo, às vezes, é para um bem maior. Para lá na frente, vermos os atos maravilhosos e inexplicáveis Dele. 

Está certo que todos sofremos em algum momento, principalmente, na morte de um amigo, parente, amante. Mas essa dor não é eterna. Ela acaba por virar uma força na qual devemos nos apoiar para vencermos na vida. Não podemos parar nossas vidas por nada, nem morte, nem traição, nem nada. 

Ninguém merece que nosso dia seja estragado. A vida é um presente de Deus e uma nova chance para cada um de nós. Ela é preciosa. 

Como diz o título, "o que não mata nos torna mais fortes". Se a experiência foi ruim, ainda assim, é uma experiência. Cada vez que você cai, deve levantar mais e mais forte. 

E, quando não houver consolo, converse com Deus. Certamente, Ele irá lhe ouvir. 

Aquelas palavras "Não consigo!", "Não sei!" e "É impossível!" não devem existir. Vamos substituí-las por: "Vou tentar!", "Vou conseguir!". Ninguém nasce sabendo, assim como nem o maior dos gênios sabe tudo. 

Ninguém pode te derrubar, a menos que você se autossabote, se deprecie, se faça de vítima. Está com a mente cheia? Medite, tome um chá. Certamente, irá fazê-lo sentir-se melhor. 

Ame a vida e, acima de tudo, ame a si mesmo. Leia livros, pas- se momentos com quem você ama, faça o que você mais gosta. Somente você é o responsável por sua vida e seus caminhos é você quem faz. Há coisas que ninguém pode fazer por você. E se você pensa que a morte é o fim, enganou-se. É apenas um novo começo. 


ARTIGO DO LEITOR
28 Outubro 2018 11:20:00
Autor: Rodrigo Rosa - Agrônomo

Independentemente do que nos aconteceu ou aconteça, não deixemos nunca de acreditar


Rodrigo Rosa - Agrônomo /

É normal escutar hoje em dia coisas do tipo: o amor não existe, não entra nessa, é cilada, não vale apena, é uma perda de tempo. Agora temos até aquela tal prática, a prática do desapego. 

Eu imagino como a gente chegou a tais conclusões. Os dias cada vez mais corridos, as pressões em outras linhas, tudo isso acaba se misturando com o que a gente sente e faz por quem passa em nossas vidas. Magoamos sem perceber e somos magoados sem perceber.

Quem magoamos sente-se incapaz e com medo de amar novamente. Magoados, nos sentimos da mesma forma ou até pior. O amor então fica para trás, desacreditado, como se fosse sua própria culpa tudo isso.

Sentir nem sempre é fácil, é claro, desde pequeno senti muito as coisas e a palavra amor sempre me chamou muita atenção, afinal, é uma coisa que todo mundo sempre procurou, ou procurava. Nunca escutei muito um eu te amo, mas sempre tive muita vontade de falar.

O que nos faz acordar todos os dias, sem dúvida, é a nossa vontade de sermos importantes para alguém, afinal, a gente sabe já a algum tempo, que as coisas físicas não podem nos abraçar quando precisamos.

Faço aqui a alusão de um barco a vela e o vento: para ganhar sentido, o barco precisa do vento que o impulsiona. Talvez o amor seja um pouco isto, o vento que dá sentido ao nosso coração e nos impulsiona para frente.

O amor ainda permanece vivo no coração de muita gente. Guardo comigo uma frase de 1 Coríntios 13 que diz: o amor jamais acabará. Independentemente do que nos aconteceu ou aconteça, não deixemos nunca de acreditar. O amor sempre foi a essência de tudo, nossa maneira de lutar, uma maneira até mesmo de o mundo girar com mais sentido.



21 Outubro 2018 11:00:00

No mundo real a urna eletrônica é segura


Por Samuel Andreis - Juiz da 90ª Zona Eleitoral (Concórdia). (Foto: Divulgação)/

As urnas eletrônicas são seguras? Sim. As auditorias, as audiências públicas, as chaves de segurança e os mais de 20 anos de uso sem qualquer suspeita fundada garantem que sim, elas são confiáveis. Por que, então, pessoas acreditam em vídeos grosseiramente montados e em estórias fantasiosas de fraudes?

Em 1938, em uma transmissão de rádio, a dramatização do livro de ficção científica A Guerra dos Mundos feita por Orson Welles levou pânico aos Estados Unidos, pois muitos ouvintes acreditaram que, de fato, a Terra estava sendo invadida por alienígenas. Na ocasião, houve até testemunhas que juravam ter sentido o cheiro do gás venenoso usado pelos extraterrestres. Outra testemunha disse ter achado plausível que os marcianos fossem aliados de Hitler em seu plano de dominar o mundo. Trata-se do mais célebre caso de histeria coletiva.

Aqui, a histeria coletiva começou nas Eleições 2014, na disputa presidencial. Na época, pipocaram na internet "notícias" de fraudes, todas comprovadamente falsas. Posteriormente, feita auditoria, nada de irregular foi encontrado. Agora, o país já testemunhou significativa alternância de poder: muitos vencedores em 2014 não conseguiram êxito em 2018. Mas as pessoas, paranoicas, continuam com medo dos ET's.

 "No mundo real a urna eletrônica é segura"

Acreditam que "a urna autocompleta o voto para Presidente", que "um ex-deputado recebeu asilo por denunciar fraude" ou que "o Exército exige perícia nas urnas", assim como os ouvintes da transmissão de Orson Welles acreditaram que a descarga do banheiro da rádio era o som do foguete dos alienígenas chegando.

E, por mais que a Justiça Eleitoral e a imprensa séria forneçam toda informação necessária para garantir a tranquilidade da eleição, estes eleitores preferem consumir com voracidade as fake news, alimentando doentiamente seu viés de confirmação e, com isso, deturpam sua percepção da realidade.

No dia 28 de outubro, vamos deixar estes aliens para o mundo da imaginação, porque no mundo real a urna eletrônica é segura, confiável e mais uma vez servirá de instrumento para a manifestação da vontade popular.




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