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Alerta para a prevenção

Por AS


(Charge: João Moraes)


O país está vivendo um momento de alerta contra uma doença que já estava quase erradicada. Com o avanço rápido de casos de Sarampo, é necessária, também, uma ação rápida de controle da doença.

Nessa tarefa, há inimigos difíceis de serem superados. Um deles é o alto índice de contágio, uma vez que o Sarampo pode ser transmitido a 90% das pessoas que tiverem contato com o doente. Outro é a forma de transmissão, pois o vírus pode ser repassado até seis dias antes de o infectado manifestar os primeiros sintomas. Isso quer dizer que, antes mesmo de saber que está doente, a pessoa já está passando a doença para outros. Isso explica, também, porque o Brasil já vive uma epidemia de Sarampo e justifica a preocupação dos órgãos de Saúde brasileiros.

A doença é grave, pode levar à morte e causar problemas sérios como malformação fetal e abortos. Por isso, exige atenção e cuidado especiais. Segundo os profissionais de Saúde, a única forma de proteger-se contra o Sarampo é a vacinação. Não há outra garantia de imunização a não ser tomando as doses recomendadas pelo Ministério da Saúde, que, agora, inclui uma "dose zero" para bebês, na tentativa de prevenir a doença até que completem 1 ano e tomem, então, a primeira dose oficial no Calendário Nacional de Vacinação.

Como responsáveis pela segurança de seus filhos, os pais devem procurar os postos de saúde e garantir que as crianças recebam essa dose extra. Além disso, caso eles mesmos não tenham sido imunizados, devem também vacinar-se, evitando que contraiam a doença e acabem repassando o vírus aos bebês.

Medo de agulhas e pena das crianças não são argumentos válidos para fugir da vacinação, principalmente, quando se trata de uma doença tão séria quanto o Sarampo. Aderir às vacinas é a única forma de combater um inimigo que coloca em risco não só nossas saúdes, mas nossas vidas.



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