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EDUCAÇÃO

SINDIEDUCAR protocola ofício sobre reajuste salarial do magistério de SJB

Foto: Divulgação/PMSJB

Na manhã desta terça-feira (29), o SINDIEDUCAR (Sindicato dos Professores da Rede Pública Municipal de Ensino) protocolou um ofício na Prefeitura Municipal de São João Batista na tentativa de buscar um compromisso junto ao prefeito, para que os profissionais do magistério recebam o reajuste na revisão geral anual proposta aos servidores, mas cujo pagamento excluiu a categoria.

O ofício trata ainda da rejeição do projeto de lei que estabelecia um complemento de piso aos professores, que estão buscando junto ao poder público o reajuste de 33,24% no piso salarial nacional.

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O Sindicato se manifestou por meio de nota oficial a respeito do ofício. Leia na íntegra:

"O SINDIEDUCAR protocolou nesta manhã ofício endereçado ao Prefeito Municipal de São João Batista, Pedro Alfredo Ramos, solicitando que a municipalidade informe se estenderá o pagamento do percentual de 16,378760% a título de revisão geral anual de que trata a Lei Municipal nº 4.131, de 16/02/2022, a todos os profissionais do magistério ativos e inativos com paridade e seus respectivos pensionistas.Segundo nota divulgada pelo Sindicato, a solicitação tem como objetivo saber da real intenção do município, que ainda não se manifestou após a rejeição do projeto de lei nº 074/2022 por unanimidade na sessão legislativa do último dia 21 de março.

O projeto de lei rejeitado estabelecia um "complemento de piso" que não integraria o vencimento básico e não serviria de base de cálculo para qualquer vantagem conquistada pelos servidores, tais como regência de classe, triênio, progressão e incremento, o que vai contra os interesses da classe, que luta pelo reajuste de 33,24% estabelecido para o piso nacional sobre os vencimentos.

Entretanto, até que se defina uma data para que o piso comece a ser pago, o SINDIEDUCAR exigirá que o Poder Executivo pague, pelo menos, a revisão geral anual já concedida a todos os demais servidores municipais, pois entende que não pode haver essa verdadeira discriminação.

Caso não haja uma resposta do prefeito ainda esta semana, o SINDIEDUCAR deverá adotar todas as providências administrativas e judiciais que estejam à sua disposição para garantir os direitos da classe, pois lamenta esta postura da administração, que a cada dia agrava ainda mais as perdas salariais da categoria."




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