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CARTA DO LEITOR

TIJUCAS: Desabafo de um Pai, Esposo e Amigo

Meu nome é Tony. Sou um cidadão que adotou essa cidade como minha a 25 anos e tenho muito orgulho de dizer a todos por todos os locais que passo, "sou de Tijucas".

Sou pai de duas meninas lindas, as quais uma já estudou e outra ainda estuda no CEI Zilda Maria Peixer. Moro muito próximo ao CEI e conheço o local e sua rotina desde que iniciou suas atividades.

E sou também o esposo da professora que teve seu nome envolvido na polemica de discriminação com o menino Fabrício. Minha esposa dedica sua vida a seus alunos igual dedica a nossas filhas, é incansável em defender os direitos das crianças e sempre teve o maior carinho por cada criança que passou por sua sala.

Por ser apaixonada pelos pequenos, nunca mediu esforço, mesmo que em suas horas de descanso e aos finais de semana, procurando desenvolver brincadeiras e atividades para criar um ambiente saudável e igualitário.

Eu como pai, esposo e vizinho do CEI, muitas vezes sou solicitado por ela e pela diretora para fazer trabalhos voluntários na escola, assim como vários outros pais, maridos de professoras e amigos da escola.

Sempre justificam que; "nossos pequenos merecem tudo de bom e de melhor", são palavras da diretora.

Minha esposa tem duas graduações e especializações na área que escolheu por amor dedicar-se, assim como a diretora tem ótima formação e longa experiência. Ambas com muito trabalho conquistaram o respeito da comunidade ao entorno do CEI, pois sempre lutaram duramente para conseguir dar o melhor aos pequeninos.

Minha esposa sempre teve como premissa evitar exposição desnecessária das crianças em mídias sociais, por isso, reserva-se em realizar as atividades com seus alunos e fazer raríssimas postagens, as quais quando feitas ainda buscam sempre mostrar a atividade trabalhada e não a exposição das crianças.

Sempre foi combativa a discriminação, seja ela qual for. Pois quem a conhece sabe que ela sempre teve repúdio a atos discriminatórios. Tanto é verdade, que em sua última postagem realizada no mês passado, muito antes dessa polêmica, o menino Fabrício aparece na atividade brincando com lanternas igual a todas as outras crianças.

Alguém se arrisca a dizer de onde vieram aquelas lanternas?

Pois bem, minha esposa comprou com seu dinheiro, assim como muitos professores fazem. Pois são seres humano que amam o que fazem e querem proporcionar experiências fascinantes aos pequeninos.

Sou prova e posso reunir quantas pessoas quiserem para provar que nessa escola jamais mediram esforço em buscar os recursos necessários para que o ambiente seja bonito, agradável, igualitário e o mais importante, acolhedor.

Duvidam? Perguntem aos vizinhos do CEI! Perguntem aos empresários próximos do CEI!

Perguntem aos pais que estão envolvidos no dia a dia do CEI, o quanto as pessoas que cuidam e trabalham nessa escola se dedicam e lutam para fazer do CEI um local impar em nossa cidade.

Nós como pais temos mais que o direito, temos o dever de querer e cobrar o melhor para nossos filhos.

Agora, injustiça é uma coisa que pesa sobre nossos ombros quando as cometemos.

Por mais de uma ocasião ao levar ou buscar minha filha no CEI, presenciei em frente ao portão, a mãe do Fabrício sendo pouco amistosa com os funcionários do CEI.

Desde falar que o menino não estava sendo alimentado como deveria até chegar ao absurdo de essa semana, aos gritos de dentro da secretaria, dirigir-se a diretora dizendo que ali não tem pessoas que estudaram e que tenham qualificação para cuidar do filho dela.

Perguntem se posso provar?

Por fim está fazendo todo esse circo de que estão excluindo seu filho de uma apresentação de Natal.

A dita apresentação foi feita apenas por meninas e de apenas uma turminha. Minha filha também não participou, sem problema, várias outras também não participaram!

Porém pergunto?

Por que a mãe acusa o CEI e diz ter olhado todas as postagens da escola e nunca encontrado seu filho?

Olhou mesmo?

Pois Bem, não comentou nem curtiu a postagem que a professora de seu filho fez no mês passado, uma das poucas que fez, e que o Fabrício aparece brincando com a lanterna igual a todas as outras crianças.

Se a mãe queria aparecer, apareceu! Não bato palma pra esse tipo de aparição!

Sou um pai, um esposo e um amigo indignado por ver minha esposa e uma amiga chorando injustiçadas, por serem julgadas sem julgamento. Por terem toda sua carreira jogada ao lixo e sendo achincalhadas por pessoas que nem sabe direito o que está acontecendo e muito menos conhecem a verdade.

Não podemos fechar os olhos para esse tipo de atitude. É a vida de pessoas trabalhadoras e honradas que sempre deram seu melhor que está sendo tratada aqui. Não se pode brincar com a vida dos outros.

Dessa mãe, só espero que repense e veja o que quer para seu filho, reflita se quer fazê-lo forte para enfrentar os desafios que já são muitos e os muitos mais que o mundo impõe, ou vitimá-lo sem pensar no mau que isso pode causar. Te admiro pela luta, só não esqueça de qual lado lutar.

A criança não tem culpa, e tenho certeza de que continuará recebendo todo o carinho que sempre recebeu no CEI.

Por fim, Ângela, tens minha confiança e meu respeito para continuar cuidando de minha caçula com sempre cuidou de todos.

CMEI Zilda Maria Peixer, vocês têm meu respeito e meu carinho.

Minha esposa, isso vai passar, te admiro e te amo.

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