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Sexta, 04 outubro

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ESPECIAL

'Precisamos arrumar um filhotinho e uma companheira para o dino', afirma criador do Dinossauro de Tijucas

Nilton Fagundes, carinhosamente conhecido como Gordo, é uma das personalidades mais influentes da política tijuquense. Já foi prefeito, vereador e deputado, mas dentre todas as realizações, a mais marcante foi a construção do Dinossauro de Tijucas, o mascote mais querido da cidade. Desfrute de sua experiência de vida relatada no quadro Brincando de Contar Histórias:

Lorran Barentin / JR


Um dinossauro em Tijucas

"O dinossauro foi uma ideia minha com o falecido Luiz Carlos Vailati, tio do Robertinho Vailatti. Fomos numa reunião de prefeitos em 1986, em Santo Amaro da Imperatriz. Entrando na cidade, vimos no meio do mato um dinossauro, menor do que esse. Eu disse "quem sabe fazemos um em Tijucas na Beira Rio?"

Fomos procurar o artista e acabamos encontrando o rapaz. O nome dele era Carlos. Ele já estava trabalhando numa máquina retroescavadeira e disse que não queria mais trabalhar com construção de artes, porque não dava lucro. 

Ele contou que fez a estátua de um policial na BR-101 em Gaspar e diversas obras de arte. Ofereci que pagaria bem e ele veio. Na época a gente aproveitou pra fazer o dinossauro e um pescador na igreja Nossa Senhora de Navegantes, com canoa, chapéu e tarrafa, porém infelizmente foi todo quebrado.

O Dino custou muito barato. Na época a prefeitura não tinha dinheiro, quem pagou o Dino com um cheque foi o Murilo Furtado, o Ponta! Ele feito muito rápido, em menos de três dias montaram a ferragem e o cimento. Pagamos apenas cerca de R$ 4 mil no Dino e ele tá aí até hoje.

O problema é que na época os professores do Crus e Souza colocaram na cabeça dos estudantes que o Dinossauro era uma loucura, mas hoje em dia todo mundo para em Tijucas para bater uma foto no Dino. Já tentaram até quebrar o Dino, mas até hoje nada! Foi muito bem feito e está ai desde 1986. Até a enchente que passou pela metade da barriga do Dino não foi suficiente para derrubar. Com certeza o Dino é um patrimônio da cidade. Em pé, bonito, forte!"

O Pagode da Paz

"Depois do Dino, fizemos o Pagode da Paz. Na época construímos o pagode para a mocidade, porque na época os bares as mulheres e mocinhas não podiam entrar. Assim o pessoal tinha onde frequentar ao final de semana e realmente foi um sucesso por mais de 20 anos. Muita juventude participou. Toda sexta-feira tinha banda, era um ambiente muito agradável. Vinham jovens de toda a região para participar."

A vida política

"Na primeira vez que fui eleito havia apenas dois partidos. O MDB e o Arena. Saiu eu e meu irmão de candidatos pelo mesmo partido para fazer legenda. Eu fui o mais votado do MDB e ele ficou de primeiro suplente por seis votos. Quase que ficamos dois irmãos vereadores! O engraçado foi em casa porque minha mãe votou no meu irmão, que era mais velho do que eu e meu pai não votava porque era analfabeto. Minha namorada tinha 16 anos e na época também não poderia votar. Então eu saí de casa praticamente só com meu voto. Fiz na época 285 votos e meu irmão 147."

Ele está sozinho!

"Acho muito importante arrumarmos uma companheira para o Dino. Uma companheira e um filhotinho, bem pequeninho! Chamaria mais atenção, pegaria mais gente para bater foto e divulgar nossa cidade. Ficaria muito bonito! Se algum prefeito fizer isso com certeza a população vai adorar. "




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