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Sexta, 18 outubro

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FUNDO DO BAÚ

Dalmo Feminela, Antônio Carlos Konder Reis, Bathuel de Oliveira, Celso Regis e José Silva, o Dedo

Quem frequentou o Bar Thuel conheceu o verdadeiro "Senadinho de Tijucas". Era o ponto de encontro de autoridades, políticos, empresários, boêmios e outras celebridades.

Filho de Nilo Oliveira, que exercia na prefeitura de Tijucas um cargo equivalente a secretário municipal de hoje em dia, nasceu em 1930 e teve cinco irmãos: uma chamada Nila, que morreu jovem. A mais velha foi cedo para Pelotas, onde ainda vive. O irmão Isaías seguiu a Irmã, casando-se em Pelotas, onde foi vereador (faleceu em 1979). A outra irmã residia em Itajaí, era mãe de Danilo Melin, ex diretor financeiro da Univali, ambos já falecidos. O irmão caçula era o falecido Marco Aurélio, professor, político, vereador, presidente da Câmara Municipal, secretário de Educação da Prefeitura e candidato a prefeito.

O bar, que foi denominado com um trocadilho do nome de Batuel, foi comprado do casal Ely e Julinho Macuco, pais da Luca e do Mestiço, em 1959.

Nilo Oliveira trocou o serviço público pela USATI, a convite de Cesar Gomes, mas com a compra do bar retornou para a prefeitura por volta de 1962/3. Bathuel trabalhou mais de 40 anos na prefeitura, sem deixar o bar fechar.

 Abria do meio dia a uma hora e ia almoçar, cada cliente marcava o que consumiu e na hora de pagar os fregueses botavam o dinheiro na gaveta. Depois abria o bar novamente às 17h30. O horário de fechar? Cada dia era um dia.


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