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OPINIÃO

Novas restrições

Cada um deve cuidar de si e de sua família


(Foto: arquivo A Semana)/

O aumento do número de infectados pelo novo coronavírus na região levou a Administração de Curitibanos a adotar medidas para conter o avanço da doença. O que foi previsto há alguns meses, que chegaria um momento de pico, de grande infestação, para após iniciar uma escala descendente, com redução de contaminação, parece ter chegado.

Nossa região que tardou mais em apresentar a pandemia, vive agora um momento delicado, que requer cuidados redobrados de toda a população. Por esta razão que a Administração Municipal tem adotado medidas restritivas, como o uso obrigatório de máscaras e o recolhimento noturno, a partir das 20 horas. Medidas acertadas, que objetivam evitar que a situação se torne ainda mais grave.

As notícias alentadoras chegam do Norte do país, de que,  em Manaus, as aulas presenciais retornaram na última segunda-feira (10), após um período desesperador de intensa contaminação pelo vírus. Em outras regiões do Centro-Norte igualmente a situação vai se normalizando, enquanto que na região Sul ainda é preocupante.

Muito se fala em vacina. É compreensível que uma vacina, mesmo que descoberta a sua efi ciência, demora um período relativamente longo em testes, de modos que não é coisa  para logo.

O que não se mostra adequado é politizar essa grave questão de saúde pública, menos ainda ser tomada como pomo  da discórdia entre autoridades públicas. Há os que afirmam que o Brasil não possui um ministro da Saúde da área, por isso o avanço da doença, o mesmo deve estar acontecendo no Reino Unido, em que, igualmente, verifica-se a pandemia.

Independentemente de toda posição, sensata ou inconsequente, cada um deve cuidar de si e de sua família para  evitar o contágio e ser agente transmissor do vírus, na esperança de que, com o final do Inverno e início da Primavera, a situação possa normalizar-se e a vida tornar-se melhor do que antes, pelo melhor entendimento da vida.

Todos sentiram a carência afetiva pela falta do contato próximo com as pessoas queridas. O aperto de mão e o  abraço caloroso são alimentos espirituais para o ser humano, que é gregário, não foi criado para viver só. 

Por certo, vamos saber valorizar mais as pessoas, os convívios, as amizades, a família. Quer parecer seja, nesse rumo  que a humanidade deve caminhar no pós-pandemia. 

Que Deus nos abençoe!



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